Um dia de choro, tristeza e lamento em Israel
Leia e medite na mensagem de hoje
Fomos à reunião dos pastores e as ruas estavam vazias; a maioria dos que mantiveram suas atividades eram estrangeiros.
Enquanto o país viveu o dia mais silencioso do ano, em Jerusalém houve efervescência. Ali havia choro, orações e lamentos, porque o povo relembrou sua maior dor.
E há tanto a aprender com a história de Israel.
A destruição dos dois templos carrega lições profundas demais para deixarmos de extrair ensinamentos para nós.
Temos o registro das datas em que o maior emblema de fé da nação caiu, mas a queda espiritual aconteceu muito antes das paredes ruírem.
O esfriamento veio sorrateiro.
Caminhou de forma sutil, mesmo enquanto o povo seguia cumprindo todos os seus deveres religiosos.
Antes da queda visível, veio a queda invisível.
E Deus não ficou passivo: Ele alertou o Seu povo e os chamou ao arrependimento muitas vezes.
Nenhuma mudança.
A destruição não aconteceu porque Babilônia ou o Império Romano eram fortes.
Os inimigos só puderam derrubar os dois templos porque o coração do povo estava dividido; a fé estava rachada na sua essência.
Não foi o poder de exércitos fortes que venceu Israel no passado, mas a apostasia.
O templo caiu porque a ruína espiritual já havia acontecido do lado de dentro.
Veja: ninguém tem mais poder de nos prejudicar do que nós mesmos.
Deus não tem compromisso em nos guardar se abandonarmos o primeiro amor.
O templo em Jerusalém era o lugar mais sagrado da Terra.
Mesmo assim, Deus permitiu que fosse destruído — duas vezes.
Por quê?
Porque a rotina não pode se tornar enfadonha a ponto de substituir nossa devoção por Ele.
A memória da destruição é um chamado à vigilância espiritual de todos nós — um alerta que não pode ser apenas de tristeza, mas de consciência espiritual.
Como anda o nosso templo?
Como está o nosso coração?
Porque, como vimos, antes da queda aparecer ruidosa, ela acontece silenciosa.
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