A Galileia fala, e muito
Leia e medite na mensagem
A Galileia fala… e fala muito.
Em Corazim, as ruínas lembraram-nos que ouvir Jesus é privilégio, mas rejeitá‑lo acaba em tragédia.
A incredulidade é pecado; e um pecado grave para quem conhece tanto a Palavra.
Que perigo é receber muito e frutificar pouco.
No Arbel, o horizonte convidou-nos para o Ide.
Jesus chamou os Seus discípulos ao monte mais alto da região, e ali eles puderam ver toda a terra.
Os campos estão brancos, mas os ceifeiros são poucos.
O mundo tem sede e fome do Evangelho, mas quem se levanta para cumprir a missão?
O Senhor Jesus continua chamando hoje… já ouviu a voz d’Ele?
No Mar da Galileia, as águas nos cercaram.
Ali Jesus acalmou as tempestades dos discípulos e também as nossas.
Tempestades revelam quem somos, não quem aparentamos ser.
A tendência de confiar na própria força sucumbe quando somos surpreendidos por grandes problemas.
Mas benditas tempestades, que arrancam de nós a ilusão de que estamos no controle da vida.
Não estamos. Mas Jesus está.
No Monte das Bem‑Aventuranças, as Palavras do Senhor sopravam entre flores e oliveiras.
Pureza, mansidão, humildade, misericórdia… marcas de quem é verdadeiramente filho de Deus.
Fica evidente quem pertence ao Reino.
No altar deste monte, tendo o Mar da Galileia como testemunha, entregamo-nos por inteiro ao Senhor Jesus.
Permitimos que Ele tratasse os nossos apegos e enxugasse as nossas lágrimas.
Nenhuma dor ficou escondida.
Tudo o que foi entregue foi curado.
À noite, celebramos o Ano Novo Judaico com mel, romãs, maçãs e promessas.
Como é agradável viver dias de comunhão umas com as outras!
Ficamos juntas em cada desafio, sob o lema: “Aqui, ninguém fica para trás.”
E assim terminamos o terceiro dia confiando que o Deus que começou a nossa história ainda escreverá muitos capítulos novos.
English
Espanhol
Italiano
Haiti
Francês
Russo