Uma dor que não dava trégua
Mesmo após iniciar o tratamento, Ana Célia das Neves continuou convivendo com fortes dores na coluna, que comprometeram sua rotina e qualidade de vida
Quem encontra a paraibana Ana Célia Bezerra Alexandre das Neves, de 55 anos, sempre sorridente, dificilmente imagina as dores que já enfrentou. Durante cerca de dois anos, ela conviveu com problemas na coluna que comprometeram sua qualidade de vida e limitaram até mesmo as atividades mais simples do dia a dia.
Natural de Cajazeiras, Paraíba, Ana Célia vive em São Paulo desde 1989. Ela relembra o período entre 2023 e 2024 como um dos mais difíceis de sua vida. “O problema na coluna foi um dos momentos mais complicados que já vivi. Eu dormia com dor e acordava do mesmo jeito”, conta.
O diagnóstico que não trouxe solução
A trajetória de Ana Célia expõe uma realidade comum: nem toda dor nas costas se resolve com simples ajustes de postura ou tratamentos conservadores. Em muitos casos, é necessária uma investigação mais aprofundada e acompanhamento especializado para devolver qualidade de vida ao paciente.
Diagnosticada com lombalgia e hérnia de disco, Ana recebeu inicialmente a indicação de fisioterapia e medicamentos para controlar a dor.
Apesar do uso contínuo de analgésicos, as dores persistiam. Diante da falta de melhora, os médicos solicitaram novos exames e passaram a considerar a possibilidade de cirurgia. “Eu convivia com as dores e precisava da ajuda do meu esposo para me virar na cama, trocar de roupa e até pentear o cabelo. Não podia carregar peso e dependia de apoio para as tarefas domésticas. Muitas vezes não conseguia dormir, chorava de dor e era impossível esconder o que estava passando”, relata.
A fé que provocou a resposta
Durante o tratamento, Ana Célia buscava forças na fé. Ela participava das reuniões semanais da Igreja Universal e soube da reunião da Cura, realizada às terças-feiras. “Comecei a participar das reuniões de terça-feira e a passar debaixo do manto sagrado, crendo que Deus iria restaurar minha saúde. Sofria muito e já não tinha ânimo para brincar nem sorrir, porque vivia com dores”, relembra.
A expectativa pela cirurgia parecia inevitável quando novos exames foram solicitados. No entanto, o resultado surpreendeu. “Ao analisar os resultados e compará-los com os exames antigos, o médico disse: ‘Menina, não sei o que aconteceu, mas você não tem mais nada. Sua coluna está retinha’. Eu respondi: ‘Foi o meu Deus’. Assinei os papéis e recebi alta”, relata.
Ana afirma que foi a fé em Deus e o Espírito Santo que a sustentaram durante todo o processo. “Eu não reclamava, apenas confiava. Deus viu a minha fé. Não aceitei aquela situação e tinha certeza de que Ele faria algo tremendo.”
Uma nova vida
Hoje, mais de um ano após a cura, ela celebra a nova fase da vida. “Estou em paz e com saúde, para honra e glória de Deus. Tenho uma alegria muito grande e oro para que outras pessoas também alcancem a cura. Minha vontade é dizer às pessoas que há solução, que nunca desistam, porque Deus é maravilhoso”, conclui.
Antes:

Depois:

Lombalgia
O que é: dor localizada na parte inferior das costas, caracterizada por desconforto, tensão ou rigidez na região entre as costelas e a bacia.
Causas comuns: má postura ao sentar, deitar ou levantar; esforço físico repetitivo; estiramento muscular; sedentarismo.
Doenças associadas: pode estar associada a hérnias de disco, artrose (desgaste das articulações), inflamações ou alterações estruturais.
Tratamento: o tratamento envolve repouso moderado, uso de analgésicos e anti-inflamatórios, além de orientação postural.
Hérnia de disco
O que é: lesão na coluna vertebral que ocorre quando parte do disco intervertebral se desloca de sua posição normal e comprime as raízes nervosas. Manifesta-se principalmente nas regiões lombar (cintura) e cervical (pescoço), por serem as áreas que suportam mais carga e estão mais expostas ao movimento.
Causas comuns: a predisposição genética é um dos fatores mais relevantes para o surgimento das hérnias discais, seguida pelo envelhecimento, sedentarismo e tabagismo. O esforço físico excessivo, como carregar ou levantar peso de forma inadequada, também pode comprometer a musculatura de sustentação da coluna e favorecer o aparecimento do problema.
Tratamento: inclui uso de analgésicos, anti-inflamatórios, repouso moderado, fisioterapia e até acupuntura. A escolha entre tratamento clínico ou cirúrgico depende da gravidade dos sintomas. A cirurgia é indicada apenas quando não há melhora com o tratamento conservador.
Fonte: into.saude.gov.br
A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente.
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