Um erro médico quase pôs tudo a perder

O que deveria ser uma cirurgia de rotina deu início a uma longa batalha pela sobrevivência

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Rebeca Quele de Lima dos Santos, de 39 anos, é dona de casa e mora no bairro Fazenda Grande do Retiro, na zona norte de Salvador (BA). Em 2016, uma forte dor no pé resultou em uma cirurgia de hérnia de disco. “Depois que recebi alta, um pastor da Universal foi à minha casa para orar. Assim que ele terminou, senti como se houvesse fogo nas minhas costas. Pedi à minha mãe que retirasse a faixa que estabilizava minha coluna e o sangue começou a jorrar pelos pontos da cirurgia”, relata.

Hemorragia interna

Mesmo com o sangramento, Rebeca afirma que outros hospitais se recusaram a atendê-la por causa da cirurgia recente. “O hospital onde fui operada orientou que eu aguardasse a consulta de retorno. Passei dias sangrando em casa. Quando voltei, fui levada imediatamente para uma cirurgia de emergência. Os médicos constataram uma hemorragia interna grave e disseram que eu teria morrido se o sangue não tivesse saído. Para mim, aquela oração foi o que expulsou o sangue acumulado. Um enfermeiro contou à minha mãe que minha medula havia sido perfurada por um estudante, mas os médicos nunca admitiram esse erro”, recorda.

Coração debilitado

Após a cirurgia, Rebeca apresentou um acúmulo de líquido nas costas, formando um caroço que precisou ser drenado diversas vezes. “Passei por uma terceira cirurgia. Como eu estava com anemia grave, o procedimento foi feito sem anestesia. Fiquei quase três meses internada e passei a maior parte do tempo de bruços, sem poder me mexer, porque corria o risco de perder os movimentos. Tive convulsões, tremores e, depois de receber quatro doses de morfina para aliviar a dor, meu coração ficou debilitado.”

Apenas Deus poderia intervir

Segundo Rebeca, diante da gravidade do quadro, os médicos disseram à sua mãe que apenas Deus poderia ajudá-la. “Minha mãe orou intensamente com a ajuda de outra paciente e me deu a água consagrada para beber. Adormeci e meus sinais vitais se estabilizaram. Quando acordei, já estava melhor. Fiquei quase um mês sem conseguir levantar. No dia em que tentaram me colocar de pé, consegui andar, surpreendendo os médicos, que não acreditavam que eu recuperaria os movimentos.”

Fé ativa

Após receber alta, Rebeca iniciou sessões de fisioterapia. “Perdi parte da sensibilidade da cintura para baixo e precisei usar um cateter urinário. Em 9 de março de 2024, exames de rotina apontaram uma nefrose grave no rim, causada pelo uso do cateter. Mesmo assim, continuei firme na fé, orando e usando a água consagrada.”

Deus responde sempre

Quatorze dias depois, um novo ultrassom mostrou que a nefrose havia desaparecido. “Os médicos pediram novos exames porque disseram que a doença não desaparecia tão rapidamente. Exames recentes confirmaram que meus rins estão completamente normais. Tenho certeza de que essa cura foi obra de Deus. Por isso, aconselho as pessoas a perseverarem na fé, porque Deus sempre responde”, conclui.

O que é a síndrome nefrótica?

É uma doença renal que provoca perda excessiva de proteínas pela urina, causando inchaço, urina espumosa, mal-estar e perda de apetite. O tratamento inclui medicamentos, diuréticos e controle da inflamação. Pode ter cura quando a causa é tratável. Em outros casos, os sintomas podem ser controlados.

Fonte: rededorsaoluiz.com.br

O que é a hérnia de disco?

Ela ocorre quando o disco entre as vértebras se desloca e comprime os nervos da coluna. Pode causar dor no pescoço ou na lombar, irradiada para os braços ou as pernas, além de dormência e fraqueza muscular. O tratamento inclui medicamentos, fisioterapia, mudanças de hábitos e, em casos graves, cirurgia.

Fonte: einstein.br

A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado pelo paciente.

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Autor

Eduardo Prestes / Fotos : Cedidas / Lars Neumann/ Getty Images