Superação da pobreza e violência doméstica: a virada de Antonia
Sem ter o que comer e vivendo sob agressões, ela encontrou uma saída quando decidiu dar um passo diferente
A história de Antonia é um retrato forte de superação da pobreza, marcada por dor, escassez e violência dentro de casa. Mãe de filhos pequenos, ela enfrentava dias em que faltava até o básico para alimentar a família — uma realidade que a levou ao limite emocional e a fez questionar se ainda havia saída para sua vida.
Superação da pobreza: quando faltava até comida em casa
Antonia vivia um relacionamento abusivo no qual, apesar de o companheiro trabalhar, o dinheiro nunca chegava para sustentar a casa. “Ele gastava com jogo, bebida e mulheres. Já eu passava necessidade com meus filhos, que não tinham o básico para comer.”
A situação era tão crítica que ela dependia da ajuda de vizinhos para alimentar os filhos. “Muitas vezes, no horário do almoço ou do café, eu arrumava uma desculpa para ir à casa de uma vizinha, só para ver se meus filhos comiam alguma coisa, porque havia dias em que realmente não tinha o que comer.”
Além da fome, havia a dor emocional de ver os filhos sofrerem. “Você vê um filho pedir alimento e não poder dar. Você vê ele chorar porque riram do tênis furado. Eu me sentia fracassada.”
Violência, medo e uma vida sem saída
A escassez financeira vinha acompanhada de agressões constantes. Antonia relata episódios de violência que a deixavam sem forças e sem perspectiva. “Eu me sujeitava porque, pelo menos, tinha um teto. Mas eu apanhava, sofria agressões bárbaras.”
O desespero era tanto que, em muitas noites, ela se via sozinha, sem direção. “Eu me sentava no muro de madrugada, chorando, olhando para o nada e perguntando: ‘Meu Deus, o que eu faço da minha vida?’”
Com o tempo, o sofrimento evoluiu para um quadro emocional mais grave. “Eu vivia angustiada, amargurada. Tive crises de depressão. O médico me passou calmantes fortíssimos e disse que eu teria que tomá-los para sempre.”
O convite que ela resistiu em aceitar
Mesmo sendo religiosa, Antonia não encontrava alívio naquilo que praticava. Enquanto isso, sua irmã insistia para que ela buscasse ajuda na Igreja Universal — algo que, inicialmente, ela rejeitou completamente. “Eu não gostava. Falava: ‘Não vou nessa igreja, nunca vou’. Naquela época, a gente ouvia muita coisa e achava que era verdade.”
A insistência da irmã, porém, acabou quebrando essa resistência. “De tanto ela insistir, um dia eu fui. Fui emburrada, com raiva. Cheguei lá fechada, não ouvi nada, não abri meu coração.”
Mas, na segunda vez, algo começou a mudar, ainda que de forma sutil. “Fui de novo, meio contra a vontade, mas já fui mais maleável. Não mudou muita coisa, mas eu voltei um pouco mais leve para casa.”
O momento em que tudo começou a mudar
Foi na terceira ida, em um domingo de manhã, que Antonia teve uma experiência diferente — algo que ela nunca havia vivido antes. “Parecia que tudo o que o pastor falava era para mim. Eu nunca tinha ouvido alguém dizer que Deus podia me ajudar daquele jeito.”
Mesmo sendo praticante religiosa, ela percebeu que nunca havia se entregado de fato. Diante do desespero, tomou uma atitude sincera. “Eu falei: ‘Deus, se o Senhor existe, muda a minha vida, porque eu não sei mais o que fazer’. E saiu tudo: angústia, depressão, mágoa, ódio. Era como se eu tivesse uma tonelada nas costas e fosse liberta. Eu nunca vou esquecer aquele dia.”
Esse foi apenas o começo da transformação de Antonia. Para ver como está a vida dela hoje, assista ao vídeo abaixo:
Participe:
Para saber como o Espírito Santo pode transformar sua vida, participe dos encontros que acontecem aos domingos às 7h, 9h30 e 18h, no Templo de Salomão.
Além disso, você também pode ir à Universal mais próxima de sua casa.
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