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Notícias | 15 de novembro de 2020 - 00:05


“Sou uma nova pessoa”

Conheça a história de Rafael José da Costa e saiba como ele conseguiu vencer os traumas que tanto o impediam de encontrar a paz desejada

“Sou uma nova pessoa”

O ser humano vive em uma constante luta para encontrar a tão sonhada paz. Com as adversidades do dia a dia, muitas vezes, parece até impossível achar esse refúgio. São tantos os problemas a serem resolvidos que fica difícil respirar fundo e manter a calma. Essa inquietude acontece com aqueles que não conhecem a Deus verdadeiramente.

Em sua Palavra, Jesus deixou claro sobre essa paz que traz alívio em meio às inúmeras dificuldades. O livro de João 14.27 relata: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.

E é essa paz que todo ser humano tem direito de desfrutar, pois é uma promessa de Deus. Não é difícil encontrar a verdadeira paz, porém é preciso abrir mão de coisas e pessoas, ou seja, fazer uma entrega total que, para muitos, é algo quase impossível.

Buscando a paz
A história do autônomo Rafael José da Costa, de 28 anos, mostra bem essa realidade. O jovem passou por um trauma na infância que o levou a ser um adolescente recluso.

Nessa fase da vida, Rafael já sofria com crises de ansiedade. Para tornar a situação ainda mais desafiadora, também enfrentava bullying na escola. Ele fazia uso de medicamentos para tratar o problema, mas não percebia resultados. Com o passar dos anos, ele se tornou uma pessoa ainda mais introspectiva. “Eu não conversava com a minha família, vivia no meu mundo e os meus pais, sem ter noção do que se passava, tentavam me ajudar, mas não conseguiam.”

Rafael já havia se tornado um jovem rebelde a ponto de agredir os pais verbal e até fisicamente. Ele explica que sentia um vazio e não tinha um minuto de paz. “Dentro da minha cabeça era um tormento que parecia não ter fim. O tempo passou e fui me envolvendo com más amizades. Os traumas e a insegurança só aumentavam”, relata o jovem.

Sem respostas
Rafael já tinha buscado ajuda médica e não tinha encontrado resultado. Ele resolveu, então, procurar o espiritismo como tentativa de achar uma saída. “Eu já não suportava mais tanta dor na minha alma, mas não obtive o que desejava nessa religião. Meus problemas ficaram ainda piores”, recorda.

Buscando em coisas e pessoas a solução para a sua vida e sem encontrar nada que pudesse tirá-lo daquela situação, Rafael passou a usar drogas como uma forma de escape. “Queria ser feliz e acabar com tudo aquilo. Eu não sabia como, então, comecei a usar maconha e experimentei cocaína. Até que um dia, de tanto usar drogas mescladas, eu quase morri. Eu estava fora de mim, com todas as sensações possíveis, era como se eu estivesse morrendo e não tinha controle do meu corpo. Ao mesmo tempo, um pensamento surgiu, me alertando de que eu precisava sair daquele fundo de poço.”

Buscando ajuda
Rafael relata que sua depressão começou a chamar atenção das pessoas na rua. “Eu vivia de cabeça baixa, era notória minha infelicidade. Na época, eu conhecia três obreiros da Universal, que coincidentemente sempre me chamavam para ir à Igreja, pois viam em mim um jovem abatido. Eu relutei no começo, mas, um dia, aceitei o convite para ir a uma reunião.”

O jovem lembra que se sentiu acolhido na Universal e que logo na primeira reunião teve a impressão de que um fardo havia saído de suas costas. Pela primeira vez ele estava bem.

Rafael fez a corrente de libertação e recorda que não foi fácil, mas que, aos poucos, enfrentou a batalha. “Eu me libertei de toda aquela depressão, dos traumas do passado, das drogas e dos conflitos que atormentavam a minha alma.”

Hoje, Rafael ressalta que ter o Espírito Santo lhe trouxe a paz jamais alcançada antes. “Tenho o bem mais precioso, que é Deus dentro de mim. Ele preencheu aquele vazio que eu tinha e tenho paz e alegria em minha alma. Sou uma nova pessoa”, finaliza. Ele é obreiro na Universal e, atualmente, ajuda pessoas que um dia estiveram na mesma situação em que ele esteve.


“Sou uma nova pessoa”
  • Maiara Máximo / Foto: Cedida 


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