Sem a cirurgia, ele morreria em casa
O diagnóstico que Vanilson Ribeiro recebeu estava errado, mas a fé fez com que ele e sua esposa, Nerianis, descobrissem como resolver o problema
As dores de cabeça eram constantes e o diagnóstico que o operador de máquina Vanilson Ribeiro, de 46 anos, recebeu diversas vezes foi de sinusite. O medicamento prescrito era apenas um analgésico. Isso mudou no final de 2019, quando os sintomas se agravaram e, em apenas um dia, ele sofreu três convulsões na rua. O médico pediu uma tomografia, mas o plano de saúde demorou para dar a autorização. Sua esposa, Nerianis Queiroz, de 40 anos, conta que os médicos, a princípio, acharam que ele estivesse com doença de Alzheimer, mas concluíram depois que se tratava de depressão e síndrome de Burnout. Entretanto, apesar do tratamento com antidepressivos, o quadro dele só piorava.
Nessa época, a pandemia de Covid-19 ganhou força e os hospitais priorizavam pacientes infectados pelo novo coronavírus. Assim, Vanilson teve mais dificuldade de fazer a tomografia. “Ele tinha convulsões e vivia caindo porque o lado esquerdo dele estava comprometido. Ele estava com visão dupla, não enxergava com o olho esquerdo, tinha esquecimentos, incontinência urinária e não levantava da cama. Parecia que ele não sairia mais daquela situação. Ele tinha se entregado. Não tínhamos muito o que fazer”, diz Nerianis.
Foi quando um casal de amigos, que era obreiro na Universal, passou a visitá-los e a levar Vanilson para as reuniões de cura na Igreja. “Toda vez que eu ia trocar os lençóis dele achava os lencinhos dos propósitos que ele fazia embaixo do travesseiro. Apesar de estar naquele estado, ele se entregou a Deus. Quando vi a fé do meu marido, comecei a me apegar com Deus também”, revela Nerianis.
O diagnóstico certo
Depois de uma queda que quase o levou a óbito, Vanilson foi levado à emergência e foi feita a tomografia no crânio. O exame mostrou um meningeoma do tamanho de uma laranja. O médico indicou uma cirurgia de urgência e deu a Nerianis um termo de autorização, que ela deveria assinar caso concordasse.

O procedimento era de alto risco e, se ele sobrevivesse, poderia vegetar, perder o movimento de um lado do corpo ou não reconhecê-la mais. O médico a alertou: “se você optar por não fazer a cirurgia, ele morrerá em casa. Fui para casa com esse termo, o levantei para o céu e disse: ‘meu Deus, eu entrego a vida do meu esposo nas tuas mãos’”.
Antes da cirurgia, ela molhou as mãos com a água consagrada que é distribuída na Universal e foi até o quarto de Vanilson. Apesar da confusão mental gerada pelo tumor, ele conseguiu dar as mãos para ela e repetir as palavras dela durante a oração que fizeram. A previsão era que a cirurgia durasse oito horas e Nerianis determinou que ficaria em jejum metade deste período. Para surpresa dela, depois de quatro horas, a cirurgia tinha acabado. O tumor foi removido e encaminhado para biópsia.
O risco de Vanilson morrer deixou de existir, mas ainda havia tensão por causa de possíveis sequelas.
Seguindo o protocolo, Vanilson ficou na UTI em observação, mas foi liberado para o quarto em menos de 24 horas, o que surpreendeu os médicos. “Fui vê-lo, ele falou normalmente, me reconheceu e ali presenciamos um milagre. Entregamos a nossa vida nas mãos de Deus e Ele nos honrou. Dali em diante, ele só teve progressos. Ele recebeu alta de uma cirurgia complexa em três dias. A biópsia mostrou que o tumor era benigno e toda vez que voltamos ao médico ele se surpreende com a recuperação dele. Não ficou nenhuma sequela”, destaca.
Meningeomas:
São tumores originados nas meninges, a membrana que protege o cérebro. Em geral, são benignos, possuem crescimento lento e podem ser assintomáticos durante vários anos.
Os sintomas dependem da sua localização no crânio, sendo que os mais comuns são dores de cabeça, convulsões, deficiências visuais e motoras. São descobertos por meio de exame de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética do crânio.
O tratamento é definido de acordo com o tamanho do tumor, sua localização e sintomatologia e pode variar desde o acompanhamento por exames de imagem até cirurgia de remoção ou radioterapia. Mesmo com técnicas e aparelhos modernos, a cirurgia envolve riscos como complicações na anestesia, sangramento durante e após a cirurgia, lesão cerebral durante o ato cirúrgico, infecção pós-cirúrgica e outros.
Fonte: Paulo Eduardo Riff, neurologista e neurocirurgião
Fé que salva
Nerianis ressalta ainda que o mais importante foi o que aconteceu com a fé do casal durante todo o processo: “além de Deus ter curado o Vanilson, Ele nos resgatou e nos salvou”.
O Bispo Misael Silva, responsável pela Corrente dos 70 no Templo de Salomão, enfatiza o fato de muitas pessoas terem sido curadas pelo Senhor Jesus e ouvido dEle que a fé delas as curou. Contudo, em alguns casos, muito mais do que apenas a cura do corpo, Jesus disse que a fé da pessoa a salvou: “essa é a fé que faz a diferença. A fé que nos leva a conhecer a Deus e a ter comunhão com Ele”.
Se você quer usar a fé e determinar sua cura ou a de um ente querido, compareça à ‘Corrente dos 70’, onde muitos milagres têm acontecido. As reuniões acontecem todas as terças-feiras, no Templo de Salomão, às 10h, 15h e 20h. Ou, participe em uma Universal mais próxima de sua casa. Clique aqui e encontre um endereço.
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