Rejeição materna: o testemunho impactante de Ronaldo Farnese

Sua história revela como a rejeição da mãe, o vício, o medo e a fé se cruzaram para transformar completamente sua trajetória marcada por dor e reconstrução

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O testemunho de Ronaldo Farnese começa com uma dor profunda e silenciosa: a rejeição materna desde o ventre, que cresceu junto com ele, moldando sua infância, suas escolhas e suas feridas.

Uma vida marcada por agressões, vícios, ameaças e abandono — até o momento em que, encurralado pelo sofrimento, ele encontrou um caminho que mudaria tudo.

Rejeição materna desde o ventre: a raiz da dor que marcou sua infância

Ronaldo cresceu ouvindo frases devastadoras: “Minha mãe tentou me abortar e não conseguiu. Dizia que eu era ruim até para morrer. Ela dizia que meus irmãos seriam doutores, mas eu não, porque eu era marginal.”

O dia a dia era marcado por violência: “Se ela estivesse de um lado da casa, eu tinha que passar pelo outro. Do contrário, do nada, ela me dava um soco no rosto, uma cotovelada na barriga.”

O impacto emocional:

O que ele mais desejava era o que nunca recebeu: “Eu queria que ela me amasse. Tinha inveja dos vizinhos, porque via as mães cuidando dos filhos.”

Esse vazio emocional o levou para as ruas e para as drogas: “Na rua eu demonstrava alegria, mas por dentro tinha uma tristeza muito grande.”

Afundado nas drogas e perdendo a família

A vida adulta trouxe novas dores. Em meio à convivência com a mãe de seus três filhos, Ronaldo se afundou na cocaína: “Vivi essa vida me drogando, infeliz. Tentei de tudo para me livrar da cocaína: internação, palestras, nada resolvia. A mãe dos meus filhos não aguentou e foi embora, me deixando com as crianças. O mais novo tinha sete meses.”

Assim, os anos passaram, trazendo mais dores, problemas e desespero. “Eu estava à beira da loucura, por tanto sofrimento.”

O encontro que mudou tudo

Até que um amigo de infância, que trabalhava recolhendo moradores de rua, o encontrou: “Ele me levou para a casa dele. Disse: ‘Vai numa igreja, tem uma Igreja Universal aqui perto.’”

Dessa forma, foi ali que a libertação começou. Sem casa, com duas mudas de roupa e dormindo num galpão, Ronaldo percebeu algo novo: “Eu já não sentia vontade de cheirar, de beber, de fumar. Deus já estava tirando de mim o que a internação não tirou.”

Além disso, na Fogueira Santa, tomou uma decisão radical: “Eu não pedia casa nem dinheiro. Pedia o Espírito Santo. Queria Deus para me completar. E Ele me batizou. Acabou a tristeza, acabou o complexo. Eu comecei a me sentir gente.”

Reconciliação, cura interna e uma nova vida

A cura continuou dentro da própria família: “Eu fui na casa da minha mãe, falei de Jesus para ela e ela se converteu. Se tornou a melhor mãe do mundo para mim.”

Os anos continuaram passando, mas dessa vez Ronaldo viveu uma nova vida, reconstruída pelo Altar. Se tornou obreiro, se casou e experimentou uma vida completamente diferente: “Lá em casa é só paz. Eu durmo alegre e acordo alegre.”

Para acompanhar todos os detalhes dessa história e ver como está a vida de Ronaldo Farnese hoje, assista ao vídeo abaixo:

Faça isso:

A Fogueira Santa é um propósito único que propõe a entrega de vida no Altar em troca da vida transformada que Deus tem para dar aos que creem. Por isso, vá ao Templo de Salomão ou à Universal mais próxima para entender como participar.

Caminhada da Fé:

Por fim, acompanhe o programa “Caminhada da Fé”, que acontece ao vivo de segunda a sexta, às 22h30. Assista para fortalecer sua fé e entender o real significado da Fogueira Santa. Ela é transmitida por meio da TV Templo (canal 10.1 na região da capital paulista), pela Rede CNT, pelo Canal 21, pelo Univer Vídeo, pela Rede Aleluia ou pelas redes sociais (Youtube e Facebook).

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Colaborador

Rafaella Rizzo / Fotos: Reprodução