Quando a mulher silencia, o perigo cresce

Atitudes pequenas podem esconder grandes ameaças dentro de um relacionamento. Cuidado

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Uma notícia publicada recentemente no R7 relatou o caso de Ricardo Alexandre de Carvalho, preso em sua casa em São Paulo acusado de assassinar a esposa e tentar encobrir o crime como um acidente doméstico.

O episódio evidencia um padrão preocupante: a violência em relacionamentos que muitas vezes começa de forma aparentemente pequena e vai se intensificando ao longo do tempo, até resultar em consequências extremas.

Assista à matéria na íntegra

O fato é que casos como esse não são isolados. Inclusive, o Domingo Espetacular, da Record, noticiou há pouco tempo o drama de mulheres que vivem sob constantes ameaças e, muitas vezes, se tornam vítimas fatais. Inclusive, cada vez mais, os números sobre feminicídios crescem.

Dados do Conselho Nacional de Justiça revelam que mais de 870 mil pedidos por medidas protetivas foram feitos em 2025. Nesse sentido, no ano passado foram registrados oficialmente 1.470 casos fatais relacionados à violência contra mulheres. Confira matéria completa:

Um alerta importante

Esse cenário pode ser relacionado ao ensinamento apresentado por Renato Cardoso em um dos programas da Escola do Amor Responde, especialmente quando ele explica como problemas ignorados tendem a crescer e destruir o relacionamento.

Durante o programa, Renato destacou que muitas pessoas não geram conflitos de forma repentina, mas iniciam pequenas atitudes que ninguém trata no momento certo. Ele afirma:

  • “Tem ali um probleminha, acontece uma coisinha. ‘Ah, ele não falou comigo essa semana’. ‘Ah, vamos deixar o tempo resolver’. ‘Ah, não vou tocar nesse assunto. Depois ele esquece’ (…) mas você está colocando o seu problema debaixo do tapete.”

Ou seja, esse trecho mostra que as pessoas frequentemente ignoram comportamentos inadequados ou sinais de desgaste, em vez de enfrentá-los. Ele continua explicando qual é a consequência dessa postura.

  • “Esse problema vai se juntar a outro e depois a outro, daqui a pouco você não tem mais relacionamento. Não tem mais tapete, só tem o problema e o tapete é um lencinho em cima.”

Nesse contexto, fica claro que o acúmulo de pequenos conflitos não resolvidos pode levar à completa deterioração da relação.

Relacionando com a notícia, percebe-se exatamente esse mesmo padrão: muitas pessoas começam a praticar violência doméstica não com crimes graves, mas com atitudes aparentemente menores, como controlar, desrespeitar ou agredir inicialmente, que, se não forem interrompidas, evoluem para situações mais sérias.

Fique alerta, mulher

O ensinamento do programa funciona como um alerta preventivo. Ao mostrar que problemas ignorados “vão se juntar a outro e depois a outro”, Renato evidencia que a falta de diálogo, de confronto e de resolução pode abrir espaço para o agravamento dos conflitos. A notícia, por sua vez, demonstra na prática até onde esse tipo de dinâmica pode chegar quando não há intervenção.

Inclusive, durante um dos programas do The Love School, apresentado por Renato e sua esposa, Cristiane Cardoso, tratou exatamente da agressão no relacionamento e deu orientação sobre o que fazer:

Quem já passou por isso

Inclusive, nesse sentido, Renato e Cristiane Cardoso conversam com um casal que viveu o limite da agressividade no relacionamento, mas superou o problema. Confira:

Convite especial: Terapia do Amor

Assim como acontece com muitos casais, a boa notícia é que é possível restaurar um relacionamento e, sobretudo, curar as feridas de traumas causados. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, em São Paulo, e saiba como viver um relacionamento de verdade.

Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.

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Colaborador

Redação / Foto: iStock