Por oito anos, Gabriela teve preconceito contra a Universal. O que a fez voltar?
Ela conhecia o trabalho da Igreja, mas passou a acreditar em críticas que ouvia até viver um momento em que precisou rever suas próprias convicções
A enfermeira Gabriela Machado conhecia de perto o trabalho realizado pela Igreja Universal. Ela já havia presenciado ações sociais e participado de reuniões, além de relatar experiências de cura em sua própria vida e na família.
Com o tempo, porém, passou a ouvir críticas e boatos sobre a instituição e seus pastores. As informações começaram a mudar a forma como enxergava a Igreja, até que ela decidiu se afastar.
A mudança foi tão grande que Gabriela conta que evitava até mesmo assistir a conteúdos sobre a Universal na televisão. Em conversas com amigos, relembra, tinha vergonha de revelar que já havia frequentado a Igreja.
Quando a dor falou mais alto
Enquanto seguia a carreira na área da saúde, Gabriela passou a confiar cada vez mais nas respostas que encontrava na ciência. Porém, após o fim de um relacionamento, enfrentou um período de profunda tristeza e vazio.
Segundo seu relato, a situação se agravou a ponto de ela deixar de se alimentar e cuidar de si mesma, além de passar por uma tentativa de suicídio. Mesmo com acompanhamento profissional, afirma que não conseguia encontrar uma saída para aquela dor.
Foi então que, em meio ao sofrimento, fez uma simples oração. A partir daquele momento, uma decisão que há anos parecia impossível começou a surgir.
Um retorno que mudou sua visão
Gabriela decidiu acompanhar a mãe a uma reunião na Universal. Envergonhada por voltar a um lugar que havia rejeitado, ela não imaginava que aquela noite faria com que começasse a enxergar sua própria história de outra maneira.
Ao ouvir a mensagem, afirma ter compreendido que precisava buscar a Deus. A partir disso, passou a buscar o Espírito Santo e relata ter experimentado uma transformação em sua vida.
Hoje, Gabriela diz que não tem mais vergonha de afirmar que pertence à Universal. Além disso, utiliza sua própria profissão para participar de ações em hospitais e falar sobre sua fé.
Mas o que aconteceu naquela reunião que fez uma enfermeira, que confiava principalmente no conhecimento científico, mudar completamente sua maneira de enxergar a fé?