Pesquisa nacional revela que Carnaval não é unanimidade entre os brasileiros
Enquanto as regiões Norte e Sudeste registram maior índice de aprovação, o Sul concentra rejeição ao Carnaval com 64,2%
Mesmo o Carnaval sendo considerado a maior festa popular do Brasil, que atrai milhões de pessoas todos os anos, uma pesquisa do AtlasIntel divulgada em fevereiro revelou que:
- Na região Sul do país, 64,2% das pessoas dizem que “detestam e tentam fugir” do Carnaval. Por outro lado, nas regiões Norte e Sudeste, 13,3% e 12%, respectivamente, afirmam que “amam” a festa e consideram uma das melhores épocas do ano.

Por mais que pareça que todos no Brasil são a favor do Carnaval, a verdade é que existem pessoas que não gostam desse período, mas mesmo assim, sente seus efeitos de alguma forma. Seja pelos bloquinhos que fecham ruas, pelas músicas altas, pelo trânsito congestionado, pelo acúmulo de sujeira ou pelos impactos espirituais que o período provoca.
Nesses último dias, o Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para investigar os problemas causados pela superlotação durante o encontro de dois grandes blocos de Carnaval na Rua da Consolação. A aglomeração gerou tumulto e derrubou uma grade de contenção.
A confusão foi tamanha que foliões chegaram a subir em pontos de ônibus e alguns passaram mal, necessitando atendimento nos ambulatórios.
Veja a matéria:
Permissões da carne e a falsa sensação de limpeza
O Carnaval termina na Quarta-Feira de Cinzas, que, por sua vez, marca o começo da Quaresma, um período de 40 dias antes da Páscoa. Essa fase foi estabelecida pela Igreja Católica, justamente após os excessos vividos nessa festa.
Na reunião Encontro com Deus, no último domingo, o Bispo Renato Cardoso usou como exemplo uma festa de ‘despedida de solteiro’ ser como o Carnaval. Segundo ele, assim como alguém que, um dia antes do casamento, decide se permitir excessos, o período carnavalesco é uma “oportunidade” de se sujar à vontade.
“A ideia do mundo é que, já que a gente vai ficar 40 dias – período que dura a quaresma – renunciando aos prazeres da carne, vamos criar uma festa onde você vai poder se sujar à vontade, com tudo o que quiser. Isso é o que o diabo colocou na cabeça das pessoas, como ela vai se santificar por um certo tempo, isso dá permissão dela fazer o que quiser antes”, ressalta.
Liberdade que custa caro
Embora muitos enxerguem esses dias apenas como sinônimo de alegria e descontração, a realidade mostra que os efeitos dessa festa vão muito além da aparência festiva.
Como na história de Gabriela Meleiro, que, por muito tempo, conviveu com o estresse, nervosismo e desejos de vingança. Isso porque, dentro de si, carregava uma mágoa profunda por causa de um abuso que sofreu no passado.
Sua vida era marcada por excessos. Ela vivia em festas e baladas, além disso, gostava muito do Carnaval, aproveitava cada dia de folia, bebendo e usando drogas.
Até que sua vida chegou a um ponto muito difícil, mas, por meio de um convite, ela conheceu o Templo de Salomão.
A partir desse momento, decidiu fazer um voto com Deus. Na primeira reunião, ela já sentiu uma mudança: não tinha mais vontade de usar drogas, beber ou fumar. Ela renunciou às mágoas e perdoou quem precisava. Hoje, Gabriela está completamente liberta e tem a presença de Deus em sua vida.
Confira o relato completo
Um convite para você
Se você deseja proteger sua vida espiritual, sua família e suas decisões, participe de uma reunião na Igreja Universal durante esse período. Aproveite para buscar a Deus, fortalecer sua fé e receber direção para vencer as lutas espirituais.
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