Pai deixa filho de 7 anos sozinho em trilha no Japão; entenda o caso
Casos recentes envolvendo familiares levantam reflexões sobre o esfriamento do amor e dos laços dentro de casa
Casos recentes envolvendo familiares chamam a atenção para o enfraquecimento do amor, do respeito e dos vínculos dentro de casa. Além disso, esses episódios levam a uma reflexão sobre os alertas que a Palavra de Deus apresenta a respeito dos últimos tempos.
Caso no Japão
No final de agosto, no Japão, um homem de 48 anos deixou o filho de 7 anos durante a subida ao Monte Fuji. Depois que a criança reclamou de cansaço, o pai pediu que ela esperasse em um ponto da trilha e continuou o percurso apenas com o filho mais velho.
Funcionários de uma cabana próxima à sexta estação da rota Fujinomiya encontraram o menino. O local fica a mais de 2 mil metros de altitude. Naquele momento, a criança estava sozinha, sob chuva e neblina, sentada em um banco e tinha apenas um refrigerante e um lanche consigo.
De acordo com a imprensa local, as equipes encontraram o pai cerca de três horas de caminhada após o ponto onde ele havia deixado a criança. Segundo o Japan Today, um dos policiais que atendeu à ocorrência repreendeu o homem.
“Mesmo que isso signifique ter que desistir de subir a montanha juntos, deixar uma criança para trás é inaceitável”, afirmou um dos agentes.
Jovem é acusado de tentar envenenar a própria mãe
Outro episódio que chamou a atenção ocorreu em julho deste ano. Segundo as investigações, um jovem de 22 anos foi acusado de tentar envenenar a própria mãe, de 62 anos, ao longo de aproximadamente três meses.
A mãe não aprovava o relacionamento do filho com uma adolescente de 17 anos, que estava grávida dele. Nesse contexto, conforme divulgado pelo Domingo Espetacular, da Record TV, a jovem teria incentivado o rapaz a matar a própria mãe para que os dois pudessem ficar juntos.
No entanto, a polícia descobriu o plano ao analisar mensagens trocadas entre o casal. Nas conversas, os dois discutiam o crime e a possibilidade de ficar com os bens da vítima após sua morte.
O que a Bíblia revela sobre esse cenário?
Diante desses episódios, fica evidente a gravidade de atitudes de desprezo e violência contra pessoas da própria família. Além disso, esses acontecimentos levam à reflexão sobre um dos sinais apontados por Jesus a respeito dos últimos dias.
Em Mateus 24:12, está escrito:
“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará.”
Na Bíblia Fiel Comentada, o Bispo Edir Macedo explica que toda a Lei de Deus está resumida em dois grandes Mandamentos: amar a Deus acima de todas as coisas e amar o próximo como a si mesmo. Segundo ele, esses Mandamentos estão diretamente ligados.
Por isso, à medida que a maldade, a injustiça e a desobediência a Deus aumentam, o amor entre as pessoas também se enfraquece.
“[…] a humanidade tem caminhado a passos largos para a perdição. Pois, se as pessoas não amam e não respeitam o próprio Deus, como amarão e respeitarão os seus semelhantes? Por isso, o esfriamento do amor é, sem dúvida, um dos maiores sinais da volta do Senhor Jesus, e pode ser visto principalmente no círculo familiar e no convívio das pessoas de um modo geral”, destaca o Bispo.
Proteja a sua família
Diante de um cenário marcado pela violência, pela indiferença e pelo esfriamento do amor, fortalecer os laços familiares por meio da fé torna-se ainda mais necessário.
Na Igreja Universal, encontros voltados ao fortalecimento dos laços familiares e da comunhão com Deus fazem parte da programação. Para encontrar o endereço mais próximo, acesse universal.org/localizar.
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