“O que será que eles vão pedir em troca?’”
Diante de tanto sofrimento, Ana Paula percebeu que somente na Igreja Universal poderia encontrar a paz que tanto procurava
Ana Paula Alegre Farias, de 41 anos, empresária, acreditava na força que a Universal tinha, mas sempre teve preconceito, pois ouvia as pessoas falarem que os pastores tiravam o dinheiro do povo e que o enganava.
Ela frequentava a Igreja Católica, mas somente para dizer que tinha uma religião, pois participava de uma ou outra missa, mas não usava a fé de fato e de verdade.
Ana Paula perdeu o tio e viu a mãe entrar em depressão por conta da perda. Elas passaram a frequentar vários tipos de denominações (católicas, evangélicas e até o espiritismo) porque não sabiam mais o que fazer. “Minha família sempre falava sobre espiritismo e minha mãe passou a ver vultos. Ficamos assustadas, pois como íamos frequentar algo que nos deixava ainda mais sobrecarregadas?”
A solução
Ana Paula não aguentava mais ver sua mãe naquela situação. Foi quando alguns familiares cogitaram a possibilidade de levá-la para a Universal. “Me disseram que lá retiram os espíritos, mas eu pensava: ‘o que será que eles vão pedir em troca?’ O preconceito era tão grande que falei: ‘vamos na Universal por último. Caso as outras igrejas não resolvam, vamos até lá’”, contou.
A mãe de Ana Paula chegou à conclusão de que a Igreja Universal seria a última saída para solucionar seu problema. Ana Paulo, entretanto, se questionava: “como as pessoas podem falar tão mal da Igreja e, ao mesmo tempo, existirem muitas que estão sendo abençoadas?”
Na primeira vez que Ana Paula foi à Igreja, ela se sentou no fundo com sua família, pois tinha medo de que o pastor pedisse dinheiro. “Eu tinha medo de que pedissem o nosso dinheiro”, recordou.
Depois de algum tempo frequentando a Universal, Ana Paula e sua mãe começaram a notar as mudanças na vida delas. “Eu vi minha mãe sorrindo mais e via a felicidade nos olhos dela.”
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