"O que o homem não pode fazer Deus faz"
Saiba como Maria Pereira buscou o socorro de Deus e alcançou a cura quando a medicina já não podia mais lhe ajudar
Em setembro de 2007, a aposentada Maria Pereira de Jesus Marcondes, de 65 anos, sentiu uma forte pressão na cabeça. Ela conta que parecia uma dor de cabeça comum, mas era intensa e acompanhada de uma pressão que ela nunca havia sentido. Ela não buscou imediatamente o atendimento médico, mas, com o decorrer dos dias, se assustou com novos sintomas.

“Depois de alguns dias, a dor permanecia e certa manhã, ao abrir os olhos, eu não enxergava nada. Era só escuridão. Foi assustador.
Busquei ajuda de um oftalmologista que me indicou atendimento com um neurologista, pois, embora o problema fosse na visão, ele disse que não poderia fazer nada por mim”, recordou.
O neurologista solicitou um exame de fundo de olho e chegou ao diagnóstico de pseudotumor cerebral, também conhecido como hipertensão intracraniana idiopática.

Ele explicou que se tratava de uma pressão maior de líquidos dentro do crânio, sem que houvesse um tumor ou aumento das cavidades do cérebro, o que apontava uma espécie de falso tumor, e que o principal risco seria a perda da visão.
Outros exames, como tomografia e ressonância magnética do crânio, também foram realizados. Para trazer de volta a visão da aposentada, o médico retirava parte do excesso de líquido pela coluna, por meio de punção lombar (procedimento que retira com uma agulha fina parte do líquor – também chamado líquido cefalorraquidiano, que banha o cérebro e a medula espinhal). O material retirado era avaliado em laboratório.
Maria se recorda que quando realizava o procedimento, sua visão voltava, mas era por pouco tempo. Até que o quadro se agravou: “minha visão permanecia por apenas uma semana e na semana seguinte todo o processo tinha que ser feito novamente, sem contar as fortes dores de cabeça que eu sentia. Na quarta retirada de líquido, os exames apontaram uma meningite. Os médicos me deram um remédio que me causou uma reação inesperada: a cada movimento que eu fazia sentia choques pelo corpo. Era uma coisa horrível”, disse.

Para tratar a meningite, Maria ficou 12 dias internada. Depois da alta médica, ela continuou fazendo as punções para aliviar a pressão nos olhos, porém, por causa dos riscos de contrair meningite novamente, o procedimento foi suspenso.
O neurocirurgião afirmou que medicamentos não trariam a solução nem o alívio para Maria e que uma opção seria uma cirurgia para implantar uma válvula, para que o excesso de líquido cefalorraquidiano fosse drenado para outra área do corpo.
A fé em ação
Maria contou que nesse período já frequentava a Universal e usava sempre a fé em favor de sua saúde, além de fazer exames de rotina, mas revela que, depois de ver sua saúde fragilizada, sem medicamentos que trouxessem solução e uma cirurgia como possível alternativa, sentiu a necessidade de chamar a atenção de Deus para a sua vida.
“Eu usei a minha fé de forma total, fiz votos no Altar de Deus e deixei lá a minha vida. Busquei o socorro de quem podia me livrar: o Médico dos Médicos. Fiz o tratamento com a água consagrada em oração. Ungia minha cabeça e meus olhos. Eu não sabia o que ia acontecer, mas passei a crer que Deus me curaria e o desespero deu lugar à paz”, destacou.
Não demorou para que a visão dela fosse voltando aos poucos, de forma espontânea, sem remédios – pois eles causavam reações – e apenas com o uso da fé. Com a visão totalmente restabelecida, ela voltou ao hospital para repetir os exames e fazer a cirurgia, mas surpreendeu aos médicos com a normalização de seus exames, que dispensaram o procedimento. Desde então, ela afirma que segue com a visão normal e sem dores de cabeça.
“O segredo é agir a fé e confiar em Deus, pois o que o homem não pode fazer Deus faz”, finalizou.
“Corrente dos 70”
É a fé que leva uma pessoa a Deus, seja para conquistar a Salvação e, claro, obter o milagre da cura total. Por isso, semanalmente, pessoas em busca da cura por meio da fé têm participado da reunião da “Corrente dos 70”. Se você acredita que o seu sofrimento pode ter um fim, nesta terça-feira, compareça a esse encontro.
A saber, em São Paulo, a “Corrente dos 70” acontece todas às terças-feiras, no Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás, zona leste de São Paulo. Confira os horários da reunião aqui. Para mais informações em outra região do estado ou na sua cidade, procure a Universal mais perto da sua casa.
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