"O Poder do Espírito Santo" foi o tema do terceiro dia da Semana do Poder em Diadema
Veja como foi esta reunião especial conduzida pelo Bispo Renato Cardoso
Na noite desta quarta-feira, 11 de março, a Igreja Universal de Diadema realizou o terceiro dia da Semana do Poder, uma série de encontros especiais voltados ao fortalecimento da fé. A reunião foi conduzida pelo Bispo Renato Cardoso e teve como tema “O Poder do Espírito Santo”. Ao iniciar o encontro, o Bispo ressaltou que este é o maior poder que existe, uma promessa específica que Deus fez aos que creem.
Em seguida, ele perguntou aos presentes se eles acreditavam que um dia iriam morrer e o que pensavam que aconteceria depois da morte.
Então, o Bispo explicou que muitos dizem que ‘quando morremos tudo acaba’ porque não gostariam de prestar contas a ninguém depois da morte. Mas que, independentemente disso, “temos que atentar para Aquele que veio a este mundo, o Senhor Jesus, que existiu de fato e teve Suas palavras registradas. Jesus falou da morte, do inferno, do Céu como ninguém falou (…) segundo Ele, depois da morte, todos nós vamos aparecer diante do trono de Deus. Haverá um acerto de contas, um juízo final”.
A sede por justiça
Bispo Renato alertou sobre a indignação que sentimos diante das injustiças e sobre o senso moral inato de que coisas como roubar ou matar são erradas. Portanto, essa “sede de justiça” é a prova de que fomos criados por um Deus justo, que colocou esse senso dentro de nós.
“Se você vê esse mundo do jeito que está, assiste às notícias, vê tanta injustiça, tanta coisa errada que acontece e, às vezes, fica injuriado, revoltado (…) Então, só o fato de você querer justiça já mostra que essa sede veio de algum lugar, de um justo Juiz, de Alguém que é justo. De onde a gente desenvolve esse senso de justiça? Não importa o país, a cultura, o governo, todo ser humano sabe que roubar, mentir, trair ou matar é errado. São leis naturais que estão escritas no nosso coração, porque foram impressas em nós pelo nosso Criador”, pontuou.

Segundo as obras de cada um
Então, citou a passagem bíblica em Apocalipse 20:11-12:
“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.”
Todos os mortos, do mais humilde ao mais poderoso (independentemente de riqueza ou religião), estarão lado a lado perante Deus. Ninguém terá privilégios. A justiça será baseada nas ações de cada um. Tudo o que foi feito em vida, bom ou ruim, está registrado nesses livros e servirá como prova no tribunal de Deus.
Ao que o Bispo reiterou: ‘Quem falou isso foi o próprio Senhor Jesus (…) O Livro da Vida registra os nomes daqueles que serão salvos. Jesus falou de ter o nome escrito no Céu (…) quando você chegar diante do trono do juízo e o seu nome estiver no Livro da Vida, o juiz, Deus, vai falar, você já está justificado, você pode entrar. Você não precisa ser julgado. Mas haverá outros que não terão os seus nomes escritos no Livro da Vida (…) Eu sei que tudo o que nós fizermos, é o que estará escrito no texto, livros serão abertos e Ele vai julgar cada um segundo as suas obras.”
O padrão da justiça de Deus
O ser humano costuma se achar “bom” apenas porque se compara com pessoas consideradas as piores da sociedade. Entretanto, a Bíblia ensina que o ódio ou a ofensa contra o próximo (como chamar o irmão de idiota) já nos tornam réus diante de Deus. Aos olhos dEle somos tão pecadores quanto o criminoso que rouba ou mata.
“Todos os seus podres, todas as suas sujeiras, as mentirinhas, grandes ou pequenas, entenda, diante do perfeito Juiz, ninguém vai passar ileso, ninguém! Você tem ideia do padrão de justiça que vai enfrentar, do rigor desse Juiz? E não é porque Deus é mau. É porque Ele é justo”, comentou o Bispo Renato.

Logo, ele também apontou que a consequência natural dos nossos erros é a separação de Deus: “O que é a morte aos olhos de Deus? A morte é separação, você vai ser separado eternamente de Deus, porque Deus não pode conviver com o pecado, com o pecador que não foi perdoado. Mas é isso que Deus quer? Ele quer lançar as pessoas no inferno? Não! Exatamente para que ninguém vá ao inferno, Ele veio a este mundo para resolver esse problema, ou seja, para morrer, para dar a vida, o sangue na cruz, para tomar o nosso lugar, pagar o castigo que nós tínhamos que pagar pelos nossos pecados. Ele providenciou o pagamento com a vida dEle”.
O caminho do verdadeiro arrependimento
Então, o que que o pecador precisa fazer? O Bispo Renato explicou que o pecador precisa reconhecer o seu pecado.
“Enquanto você acha que não tem pecado, que é uma boa pessoa, pelos padrões humanos, julgando pela média da sociedade, não enxerga seus pecados! Se você não os enxerga, não vai se arrepender. Se você não se arrepende, seus pecados permanecem e você não recebe o perdão de Deus”.

Mas, o apóstolo Pedro (Atos 2:36-38) lembrou que até mesmo aqueles que crucificaram Jesus encontraram perdão, provando que ninguém está além da graça Divina se houver um coração quebrantado.
“Saiba, pois, com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo. E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.”
Não é apenas um sentimento de remorso, mas uma mudança real de atitude. O verdadeiro arrependido enxerga e assume o próprio erro (sem culpar terceiros ou justificar suas falhas com os erros dos outros), abandona a prática errada e recebe paz imediata, mesmo que ainda precise arcar com as consequências de seus atos.
“Arrependimento é o que esse povo sentiu. Quando ouviram o seu pecado se compungiram em seu coração, quer dizer, sentiram-se mal pelo que tinham feito. Mas não foi um sentimento apenas, foi uma atitude de mudança, de querer fazer diferente. Quer dizer, eles queriam fazer alguma coisa diferente do que eles tinham feito, e é isso que arrependimento significa; quando você se arrepende de verdade, dos seus pecados, não fica apontando o dedo para outras pessoas, as culpando porque elas te fizeram pecar”, ressaltou o Bispo.
Continue acompanhando
A Semana do Poder continua acontecendo na Igreja Universal de Diadema e convida todos que desejam fortalecer a fé e buscar uma transformação em suas vidas.
A programação seguirá da seguinte forma:
- Quinta-feira (12/3) – O poder do amor inteligente, com foco nos relacionamentos, com o Bispo Adilson Silva
- Sexta-feira (13/3) – O poder para vencer o mal e exercer autoridade espiritual, com o Bispo Jadson Santos
- Sábado (14/3) – Encontro FJU, com o Bispo Celso Júnior
- Domingo (15/3) – O poder da palavra positiva, baseado no princípio bíblico de que a vida e a morte estão no poder da língua, com o Pastor Osvaldo Alves.
📍 As reuniões acontecem na Catedral da Universal em Diadema, localizada na Rua Alzira, 204 – Centro, Diadema (SP). Quem desejar participar ainda pode comparecer aos próximos encontros da Semana do Poder.
Saiba mais:
Clique aqui e veja como foi a reunião de segunda-feira, que marcou a abertura da Semana do Poder
Poder da Cura Divina foi o tema do segundo dia da Semana do Poder em Diadema. Saiba mais aqui
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