O pé necrosando e os passos certos a dar
Confira como o casal Claudio e Adriana Duarte se guiaram pela Fé para alcançar a cura
O agente de segurança Claudio de Freitas Duarte vive no Rio de Janeiro com a esposa, Adriana Soares Duarte, enfermeira, e ambos têm 48 anos. Eles contam que, em maio do ano passado, Claudio passou por uma situação preocupante. Tudo começou com uma coceira no pé esquerdo dele. Na ocasião, parecia uma picada de inseto. Adriana relata qual era a situação do marido: “ele começou a coçar o pé e eu o orientei a passar álcool. Apesar disso, o pé foi inchando muito e ele teve febre de 40 graus por quatro dias. O pé, além de aparentar estar mais inchado a cada dia, ficou vermelho e depois apareceram duas feridas com pus”.
Segundo o casal, os médicos não sabiam dar um diagnóstico conclusivo para a ferida e diziam que poderia ser uma bactéria ou uma inflamação. O certo é que o quadro estava se agravando e as feridas foram crescendo, ficaram espessas e profundas.

Por ser profissional da área da saúde, Adriana pesquisou sobre o assunto, mas também não chegou a uma conclusão sobre qual era o problema do marido. “Procuramos vários especialistas e ninguém soube dizer do que se tratava. Estudei e pesquisei com os colegas médicos, mas ninguém conseguiu diagnosticar o que ele tinha. Estranhei pelo fato de sermos pessoas saudáveis, frequentarmos academia e a nossa alimentação ser muito correta. Se ele tivesse alguma comorbidade ou se fosse diabético, eu até entenderia que poderia ser um problema vascular, mas nada disso se aplicava e toda medicação que ele usou não surtiu efeito. Gastamos muito dinheiro com remédios e pomadas. Foi quando passei a achar aquilo tudo muito estranho.”
Claudio afirma que chegou a tomar quatro injeções de um antibiótico usado para tratar infecções bacterianas causadas por microorganismos, mas seu corpo não reagiu como esperado, e que o mesmo aconteceu quando os antibióticos foram trocados por pomadas.
Depois de quase dois meses com aquelas feridas, a situação já tinha atrapalhado muito sua vida. “Eu fiquei preso dentro de casa e não trabalhava porque não tinha como calçar o tênis ou o coturno que uso no trabalho. Fiquei com medo do que poderia acontecer, além da vergonha de mostrar o pé com aquelas feridas feias. Elas atrapalharam muito meu cotidiano e, mesmo em casa, eu tinha dificuldade para andar, pois sentia dores. Minha esposa cuidou de mim o tempo todo. Ela me ajudou a tomar banho e a caminhar”, destaca Claudio.

Os recursos da Fé não se esgotam
Depois das tentativas frustradas de melhora, o casal, que já frequentava a Universal há dois anos e já tinha presenciado milagres de cura na vida de pessoas que recorreram à medicina dos Céus por meio da Fé, decidiu fazer o mesmo ao ver os recursos da medicina dos homens esgotados e a piora da situação. Adriana revela qual era o quadro do marido na época: “o pé do meu esposo estava começando a necrosar. Eu não falei isso para ele na época porque eu não queria assustá-lo, mas era o que estava acontecendo”.
Eles contam que, na Universal, participaram de uma corrente, realizada aos domingos, quando é feito o tratamento com a água consagrada em oração e determinada a cura dos enfermos. Ali o casal ouviu, durante uma pregação, a passagem bíblica que diz: “verdadeiramente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre Si; e nós O reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53.4-5).
Claudio e Adriana relatam que esse versículo lhes deu novas forças e os fez entender que, pelo sacrifício do Senhor Jesus na cruz, que tomou sobre Si nossas enfermidades, era possível alcançar a cura pela Fé, pois ela é o elo que nos une a Deus, como descrito em Hebreus 11.6: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe, e que é galardoador dos que O buscam”.
Dessa forma, aliaram o tratamento médico ao da Fé. Claudio usou a água consagrada para beber e para lavar as feridas. Adriana detalha como eles agiam: “nós orávamos juntos, eu repetia o versículo de Isaías e declarávamos que meu esposo seria curado. Com isso, em poucos dias as feridas secaram e o milagre aconteceu. Eu mostro para os pacientes onde trabalho como ficou o pé do meu marido, falo do propósito da água consagrada e que para Deus não existe o impossível”.
Claudio afirma que depois de curado voltou à sua rotina normalmente, mas sua fé foi fortalecida. O casal segue fazendo o tratamento com a água consagrada para a manutenção da saúde física e espiritual.
Cura total pela fé
Você também pode usar a fé. Ou para obter a cura para si mesmo, ou para um familiar. Participe da Corrente dos 70, que ocorre todas as terças-feiras na Universal.
No Templo de Salomão, em São Paulo, os horários são às 10h, 15h e 20h. Você ainda pode participar em uma Universal mais próxima.
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