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Notícias | 18 de fevereiro de 2019 - 12:14


Novos integrantes do UNP para amparar os encarcerados

Primeiro encontro do grupo de 2019 estimulou a multiplicação de voluntários

Dificilmente uma pessoa inicia nas drogas sozinha. O mal sempre usa alguém para levar outra à primeira pedra de crack, ao pino de cocaína ou à criminalidade. Então, como os que são de Deus não seriam capazes de levar outros a multiplicar o bem?

Com essa ideia é que o grupo Universal nos Presídios  (UNP) realizou o primeiro encontro de 2019 no domingo (10), na Catedral do Brás, zona leste de São Paulo. Chamado de “EU➕1”, a saber, o objetivo foi fazer com que os voluntários levassem outras pessoas a batalharem pelos encarcerados e suas famílias.

“Queremos influenciar outros a salvar. Ensinamos que cada um, tanto voluntários como seus convidados, foram chamados pelo próprio Deus para essa missão”, disse o Pastor Clodoaldo Rocha, responsável pelo grupo no País.

 

A reunião foi transmitida por videoconferência para todos os estados brasileiros. Além disso, também para mais 50 países, como Paraguai, Uruguai, Zâmbia, Estados Unidos, México, Cabo Verde e Venezuela.

No total, compareceram 27 mil pessoas no Brasil e 2,5 mil no exterior.

“Cada um trouxe uma camiseta branca, que foi consagrada e entregue no Altar, simbolizando a vida dos presos. Elas serão doadas em ações da UNP”, informou o Pastor.

Testemunhando sua liberdade

Maurício Douglas Freire Edreira, de 37 anos, testemunhou a mudança que Deus fez em sua vida no dia do encontro. Ele, que foi preso e condenado a cumprir uma pena de 16 anos e 2 meses, saiu recentemente do presídio (no último dia 31 de janeiro), vindo do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Porto Feliz, interior paulista.

Aos milhares de voluntários, Maurício contou que antes de conhecer o trabalho da Igreja era depressivo, complexado e se sentia inferiorizado. Mas foi lá dentro da prisão que ele decidiu mudar. Porém, isso tudo só foi possível, garante, graças ao trabalho desenvolvido pela UNP nas unidades prisionais.

Ele ainda estava cumprindo pena, quando fez uma prova com Deus. Colocou toda sua vida no Altar, entregando-se totalmente a Ele. E, assim, bem antes do esperado, Maurício conquistou a sua liberdade.

Caso queira conhecer as ações realizadas pelo grupo, acesse e curta o perfil oficial da UNP no Facebook, clicando aqui.


  • Rafaella Rizzo / Fotos: Cedidas 


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