Mulher, não aceite um relacionamento abusivo!
Casos de violência reforçam o alerta sobre os perigos do abuso psicológico e físico dentro dos relacionamentos
Diariamente, notícias envolvendo homens que atentam contra mulheres tomam conta dos noticiários. Recentemente, um adolescente foi apreendido por manter a companheira em cárcere privado e agredi-la fisicamente e psicologicamente em Manacapuru, na Região Metropolitana de Manaus (AM). A vítima foi resgatada por familiares após três dias de agressões.
Veja a reportagem:
O que devemos ressaltar
O fato é que nenhuma mulher deve aceitar passar por alguma situação como essa. Inclusive, recentemente, em um dos programas da Escola do Amor Responde, Renato Cardoso orientou uma aluna que não quis se identificar, mas compartilhou que o marido gosta de expulsá-la da cama, e ela fica no sofá pequeno que tem em casa.
Contudo, no outro dia, ele age como se não tivesse acontecido nada. A aluna ressaltou ainda que a atitude do marido faz com que ela se sinta humilhada. Ademais, o marido tem o costume de gritar com ela.
Orientação necessária
Diante das notícias alarmantes que mostram mulheres sendo agredidas, mantidas em cárcere privado ou até lançadas de prédios por seus companheiros, torna-se urgente reforçar um ponto fundamental: a violência não começa no extremo físico; ela geralmente se inicia de forma silenciosa, por meio do abuso psicológico, verbal, moral ou emocional.
Inclusive, Renato Cardoso explicou, durante o programa, que um relacionamento abusivo se caracteriza quando uma das partes se coloca em posição de poder e controle sobre a outra, aproveitando-se da dependência emocional, financeira ou até do pensamento de que a vítima “não tem para onde ir”. Assim, não devemos normalizar atitudes como humilhar, gritar, expulsar da cama, tratar com desprezo ou agir como se nada tivesse acontecido no dia seguinte.
Busque ajuda
Casos como os noticiados inicialmente mostram o quanto a tolerância ao abuso pode evoluir para situações até mesmo irreversíveis. Por isso, o alerta é direto: não se negocia com o abusador. Assim, tentar dialogar, justificar-se ou apelar para a compreensão de alguém que age de forma abusiva costuma ser inútil.
Por isso, a orientação de Renato Cardoso é que a mulher priorize sua segurança e autopreservação. Ou seja:
- retirar-se do ambiente onde ocorre o abuso;
- buscar apoio de familiares, amigos ou pessoas de confiança;
- e planejar essa saída de forma segura são atitudes essenciais para interromper o ciclo de violência e retirar do agressor o poder que ele acredita ter.
Ademais, Renato salientou que isso não significa incentivar o divórcio — que deve ser a última instância —, mas sim enviar um recado firme e claro de que não se tolerará nenhum tipo de abuso.
Quem superou tudo isso
A policial civil Liza Santos enfrentou anos de violência doméstica, marcada por agressões físicas, psicológicas e constantes ameaças. Casada desde os 18 anos, ela nutria o sonho de um relacionamento estável e duradouro. Porém, depois de 14 anos de casamento, o marido entrou no mundo das drogas, intensificando os conflitos e destruindo a harmonia da família.
A situação atingiu um ponto crítico quando, tomado pela fúria, ele pegou a arma de Liza e apertou o gatilho três vezes. Contudo, por um detalhe técnico, envolvendo a trava de segurança, a tragédia foi evitada. Saiba como ela superou toda essa situação e, sobretudo, teve a sua vida transformada:
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