"Meu filho é perfeito e não aceitei que uma doença mudasse isso"
Elias Nunes ficou doente repentinamente, mas sua mãe, Erika Nunes, não permitiu que a própria fé ficasse abalada
Como de costume, a auxiliar administrativo Erika Nunes (foto ao lado), de 29 anos, deixou o seu filho, Elias Nunes (foto ao lado), hoje com 5 anos, na creche e foi trabalhar. Mais tarde, a professora entrou em contato e pediu para que ela buscasse o menino na escola.
Elias estava com febre muito alta, com risco de ter uma convulsão. Ela levou o pequeno direto para o hospital, onde os médicos detectaram uma grande quantidade de água nos pulmões.
Ele foi internado às pressas e recebeu vários medicamentos, mas a sua saúde não melhorava. Após 15 dias, o quadro clínico piorou e Elias precisou ser encaminhado à Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Um dreno foi colocado nos pulmões para a retirada do líquido acumulado. “Os médicos chegaram a retirar 1,5 litro do líquido, que tinha um odor muito forte”, conta Erika.
Mesmo com o dreno, Elias continuava com dificuldade de respirar. A taxa de oxigênio baixou bastante e ele quase precisou ser entubado. “A todo momento chegava uma enfermeira para aplicar medicação nele, mas elas não conseguiam pegar as veias do braço. O médico fez um procedimento e colocou um cateter no coração, para que ele recebesse a medicação por lá. Eu não aguentava mais ver o meu filho daquela maneira”, relata.
Estado gravíssimo
Elias teve uma parada respiratória e os médicos informaram que ele teria de passar por uma cirurgia. O procedimento retiraria um dos pulmões que já não funcionava mais. “Os médicos disseram que ele viveria apenas com um pulmão. Ele teria que ter uma vida limitada, sem poder correr, nadar ou fazer qualquer esforço.”
As notícias pioraram quando os especialistas explicaram que a criança perderia de três a quatro costelas, para que o pulmão pudesse ser retirado. E isso poderia comprometer o equilíbrio do corpo de Elias.
“Recebi a notícia de que eu deveria me preparar para o pior, pois era grande a chance do meu filho sair de lá e ir direto para o caixão. Depois de ouvir isso, fui para o banheiro e orei. Disse que não aceitava aquela situação, pois Deus havia me dado um filho perfeito e assim ele permaneceria”, relembra.
Erika e sua família já frequentavam a Universal. Eles passaram a fazer propósitos e começaram a participar das reuniões
de cura.
A cirurgia foi marcada e ele foi transferido para um hospital com mais recursos. “Estávamos aguardando a cirurgia e eu acabei dormindo. Quando os médicos chegaram no quarto, meu filho estava sentado na cama. O cateter e o dreno tinham saído. Pegaram o meu filho e foram de imediato fazer novos exames, por conta dos riscos de ele ter contraído alguma infecção. Eu estava tranquila e confiante. Deus estava à frente de tudo”, lembra.
Os especialistas retornaram surpresos. Eles questionaram se o Elias era mesmo a criança com todos aqueles problemas. Os exames não detectaram a água no pulmão e o órgão, que estava comprometido, estava funcionando normalmente.
Segundo Erika, os médicos disseram que aquilo era algo impossível, pois nem com uma cirurgia o pulmão dele funcionaria tão bem como estava. “O médico me disse que não sabia o que havia acontecido. O meu filho estava curado. Eu disse para ele que tinha sido Deus”, relata.
A equipe médica deu alta para Elias, mas recomendou um acompanhamento. Em poucas semanas, o especialista o liberou porque ele estava bem e não havia necessidade de medicamentos nem de tratamento. Ele estava saudável. Hoje, Elias tem uma rotina normal, faz todas as atividades sem limitações. E sua família teve a fé fortalecida por meio do milagre que Deus fez.
Muitas pessoas fazem e recebem orações para tratar doenças incuráveis nas reuniões de cura e libertação da Universal. As correntes acontecem todas as terças-feiras, em todo o Brasil. Veja o endereço da Universal mais próxima em universal.org/enderecos .
English
Espanhol
Italiano
Haiti
Francês
Russo