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Notícias | 15 de Outubro de 2017 - 03:00


“Me achava invisível perante os outros”

Não participar de determinados círculos de amizade faz com que você se sinta triste ou desprezada?

“Me achava invisível perante os outros”

Você é daquelas mulheres que se sentem deslocadas pelo fato de não conseguir entrar em determinados grupinhos de amigas? A estudante Giovanna da Costa (foto acima), de 18 anos, enfrentava essa dificuldade por causa da timidez. O que para muitas mulheres era algo natural, para ela era um grande problema.

A jovem vivia calada e isolada de todos, o que a impedia de fazer amizades. “Em alguns momentos eu me achava invisível perante os outros. Na escola, por exemplo, eu não gostava de ficar em destaque, morria de medo do que pensariam a meu respeito. Tudo isso afastava ainda mais as pessoas de mim”, revela.

Com a ajuda de seus familiares e ao colocar a fé em prática, Giovanna mudou a forma de se enxergar. “Além do apoio da minha família, que me dava amor, carinho e sempre falava de minhas qualidades, entendi que deveria ser mais corajosa e menos tímida. Precisava agir com menos emoção, ser mais racional. Eu só consegui isso com o uso da fé, como aprendi na Universal. Foi assim que descobri que poderia ser diferente. Hoje sou outra pessoa, tenho amigas, faço amizades facilmente, me sinto livre de todo peso da timidez e sou muito feliz, mas não me defino pelas amigas que tenho”, conclui.

Desperte para uma nova realidade

A psicanalista Lola Andrade explica o motivo de muitas muitas mulheres serem dependentes do afeto de outras pessoas. “Na realidade, essa subordinação mostra a necessidade de uma grande demanda de amor, é pedir que a outra pessoa goste dela”, comenta a especialista, que alerta que para resolver essa questão a mulher precisa despertar para uma nova realidade. Se isso não acontecer, é muito provável que ela comece a sofrer e passe a duvidar de seu potencial.

Os verdadeiros valores

A roteirista Stephanie Mendes (foto ao lado), de 23 anos, também passou por essa situação, mas logo aprendeu que a ausência de amigas não poderia fazê-la menor do que as demais mulheres. “Quando eu era criticada e estava sozinha até me sentia triste, parecia que estava perdendo a chance de gostarem de mim, de me admirarem, mas imediatamente me lembrava do meu objetivo de vida”, conta.

Stephanie percebia que algumas jovens viviam sem a menor direção. Eram indefinidas quanto a muitos assuntos e tinham muitas amizades ruins. Tudo isso fazia com que a roteirista se afastasse de certos círculos de amizade e olhasse mais para determinadas mulheres e pessoas que fossem bons exemplos para ela. “A simples observação e a plena convicção do que eu queria para a minha vida me fizeram compreender o que me levaria ao meu objetivo ou o que me afastaria dele. Eu observava como as pessoas ao meu redor viviam, o que elas faziam para ser felizes ou infelizes. E assim pude ser mais forte e definida”, afirma a jovem, que, mesmo sendo criticada e incompreendida pela maioria, sempre escolhia ter bons amigos.

Quando nos amamos, acreditamos em nosso potencial e somos bem definidas quanto aos nossos objetivos de vida. Dessa forma, não precisamos buscar as amizades, pois elas sempre acabam nos encontrando.


“Me achava invisível perante os outros”
  • Por Michele Francisco / Fotos: Reprodução e Arquivo Pessoal  


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