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Notícias | 26 de Novembro de 2021 - 15:45


Lições que podemos tirar do episódio do dilúvio

Não flertar com o pecado é uma delas. Mas não é a principal. Leia e entenda

Lições que podemos tirar do episódio do dilúvio

Nesta sexta-feira, 26 de novembro, foi ao ar a cena do dilúvio, na novela “A Bíblia”, da Record TV.

Assim como Noé avisou que aconteceria, o dilúvio veio sobre a Terra e extinguiu todo ser vivo, exceto a sua família, a saber, sua esposa, filhos e noras, bem como, um casal de cada espécie de animais, como o Senhor havia determinado.

Antes, porém, de Deus fechar a porta da arca e a chuva começar a cair, todos os habitantes da cidade de Enoque, durante anos, desdenharam e zombaram de Noé e de sua família. Pois, para eles Noé não passava de um lunático que havia perdido toda a sua juventude construindo uma arca que não serviria para nada, já que para eles o dilúvio jamais aconteceria.

Afinal, já havia se passado tanto tempo desde que ele começou a construção da arca e até aquele momento nada de dilúvio… Sendo assim, continuavam a viver suas vidas sem regras, pudores ou qualquer tipo de respeito a Deus e a si próprios. Mal sabia eles que a demora para o cumprimento da profecia era Deus, em sua infinita misericórdia, dando a eles tempo para se arrependerem de seus maus caminhos. o que não aconteceu.

Até que o grande dia chegou e a profecia se cumpriu.

Só então eles se deram conta de que durante todos aqueles anos, todos os dias, eles tiveram a oportunidade de salvação, mas desprezaram, preferindo satisfazer os seus desejos carnais sem limites. Agora, estavam determinados a subir na arca a qualquer preço, mas era tarde demais.

Não adiantou esbravejar, se desesperar, gritar, implorar. As chances haviam se esgotado.

E assim como foi nos dias de Noé, será quando o Senhor Jesus voltar.

O próprio Senhor Jesus nos alertou com respeito a Sua vinda:

E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.
Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,
E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.
Mateus 24:37-39

E, hoje,  assim como aqueles moradores de Enoque, mais do que nunca a humanidade anseia por “liberdade” em todos os aspectos. Pleiteiam liberdade sexual, de pensamentos, religiosa, moral, de expressão, se julgam donos de si e da própria vida. Querem, portanto, viver a seu bel prazer, alheios a tudo que diz respeito a Deus. O lema da vez é “meu corpo, minhas regras”.

Há ainda aqueles que vivem titubeando entre a fé e o mundo. Ora creem, ora não creem tanto assim. Acreditam que não há nenhum mal, que terão ainda muito tempo para aproveitar um pouco a vida, curtir “alguns dias na cidade”, antes da chegada do “dilúvio”, como fez Cam e Tali.

Cuidado! Lembre-se do que o Senhor Jesus disse:

Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.
Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis
. Mateus 24:42-44

Hoje a arca é o Senhor Jesus. O que você escolhe?

Entrar na arca, ou seja, entregar a sua vida a Ele, ou se divertir mais um pouco?  Mas, não se esqueça: por enquanto a porta da arca ainda está aberta, mas a qualquer momento ela pode se fechar. Pense nisso.


Lições que podemos tirar do episódio do dilúvio
  • Jeane Vidal / Fotos: Reprodução 


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