Libertação espiritual: o que impede uma pessoa de ser verdadeiramente livre?
Bispo Renato Cardoso ensinou que a liberdade espiritual exige mais do que participar de reuniões: é preciso transformar a maneira de pensar e agir
A libertação espiritual vai além de buscar alívio para os problemas ou participar de orações fortes de descarrego. Ela exige uma mudança na maneira de pensar, nas atitudes e na relação com Deus. Esse foi o tema abordado pelo Bispo Renato Cardoso na quarta-feira (29), no Templo de Salomão, durante a Semana da Libertação e da Batalha Espiritual. Na ocasião, ele explicou cinco tópicos que devemos nos atentar para alcançar a liberdade espiritual verdadeira.
1. A Palavra de Deus e o Espírito Santo
O primeiro ponto apresentado pelo Bispo foi a importância de conhecer e praticar a Palavra de Deus. Segundo ele, a pessoa precisa compreender o que está escrito na Bíblia e colocar esse conhecimento em prática, em vez de apenas ouvir mensagens ou manter o livro em casa sem consultá-lo. Além disso, receber o Espírito Santo, que é o que garante que o mal não voltará.
“Fé não é sentimento. É crer na Palavra de Deus e agir sobre aquilo. Afinal, se há alguém digno de confiança na Sua palavra, é Deus. A familiaridade com as Escrituras ajuda a compreender a vontade de Deus e a avaliar as próprias decisões”, explicou.

2. Libertação da religiosidade
O segundo ponto foi a diferença entre religiosidade e relacionamento com Deus. O Bispo explicou que uma pessoa pode frequentar uma igreja durante anos e, ainda assim, não desenvolver uma relação pessoal com o Criador. A religiosidade se manifesta quando alguém coloca rituais, costumes ou regras humanas acima da fé e acredita que determinadas práticas são suficientes para conquistar o favor Divino.
“Deus criou filhos e quer filhos que nasçam dEle, que tenham relacionamento com Ele. Assim, sua fé deve ser fundamentada na Palavra, não na repetição de práticas religiosas. O objetivo é que você desenvolva uma relação sincera com Ele, baseada na confiança e na obediência. Você nunca deve aceitar que alguém fique entre você e o Pai”, disse.

3. Libertação das ideias e ideologias
O terceiro aspecto abordado foi a influência das ideias e ideologias. Segundo a explicação apresentada, uma ideia não deve ser aceita automaticamente apenas porque parece convincente ou porque é defendida por um grupo. É necessário avaliar suas consequências e verificar se ela está alinhada com a Palavra de Deus.
“Se você abraça uma ideia, uma ideologia que vai contra a Palavra de Deus, então você deu espaço na sua mente para um pensamento diabólico. Por isso, você tem que ter conhecimento da Palavra, para não ser enganado pelas ideias deste mundo. O conhecimento bíblico deve servir como referência para avaliar pensamentos e escolhas, evitando que uma convicção se torne motivo de intolerância ou extremismo”, ensinou.
4. Libertação dos costumes e das emoções
Os dois últimos pontos apresentados foram a cultura, os costumes e a emotividade. O Bispo explicou que hábitos transmitidos pela família ou pela sociedade não devem ser seguidos automaticamente: precisam ser avaliados à luz dos princípios bíblicos. Bem como os sentimentos.
“Nós não somos robôs. As emoções têm um papel na nossa vida. Mas nós não podemos ficar sujeitos a elas. Quem é da fé vive pelo que está escrito, pelo que crê e não pelo que sente”, refletiu.

Faça isso
Para aprender sobre o relacionamento com Deus e investir na sua salvação, participe dos encontros realizados às quartas-feiras no Templo de Salomão ou em uma Igreja Universal mais próxima.
Dessa forma, você aprenderá, na prática, como viver de acordo com a Palavra de Deus.
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