"Jejum de Zacarias": entenda o que é este propósito e como fazer
Participantes vão trocar a murmuração por palavras de fé e edificação
Durante o período do Carnaval, enquanto muitos se entregam aos excessos e a ambientes espiritualmente carregados, a Igreja Universal propõe um posicionamento diferente: fé com vigilância, consagração e ação espiritual. Por isso, de 12 a 18 de fevereiro, acontece o Jejum de Zacarias, integrado aos 7 Dias de Batalha Espiritual, com reuniões especiais em todos os templos e, de forma intensificada, no Templo de Salomão.
Já para esta quinta-feira (12), a orientação é clara: vigiar, perseverar e entrar em maior consagração. Ao longo desses sete dias, o propósito envolve combates espirituais específicos, além de um jejum que não se limita ao alimento, mas alcança algo ainda mais decisivo — as palavras.
O que é o Jejum de Zacarias
Diferentemente de outros propósitos, o Jejum de Zacarias não exige abstinência alimentar. Em vez disso, propõe um jejum de palavras negativas. Ou seja, durante sete dias, o participante se compromete a não murmurar, reclamar, criticar ou falar mal — nem de si, nem dos outros.
Assim, a pessoa passa a se policiar conscientemente, substituindo a murmuração por palavras de fé, gratidão e edificação. A proposta se baseia no princípio bíblico de que as palavras têm poder espiritual e produzem consequências diretas na vida de quem as pronuncia.
A lição deixada por Zacarias
O propósito tem como base a história bíblica de Zacarias, pai de João Batista. Embora fosse um sacerdote justo e fiel, ele duvidou da promessa anunciada pelo anjo Gabriel e, por isso, ficou mudo até o cumprimento da Palavra (Lucas 1:5-22).
Mais do que um castigo, o silêncio de Zacarias foi uma forma de proteção. Ele não poderia usar palavras de dúvida para atrapalhar o plano de Deus. A lição permanece atual: muitas vezes, o maior obstáculo entre a promessa e o cumprimento está na boca da própria pessoa.
A língua como instrumento espiritual
A Bíblia alerta de forma direta sobre o uso da língua. Em Tiago 3:10, está escrito:
“De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto seja assim.”
Da mesma forma, Provérbios 13:3 ensina:
“O que guarda a sua boca conserva a sua alma.”
Com base nisso, o Jejum de Zacarias reforça que a boca foi criada para abençoar, e não para amaldiçoar. Quando surge uma reclamação, a orientação é simples e prática: fale com Deus, e não com as pessoas. Afinal, palavras lançadas ao vento produzem efeitos no mundo espiritual.
Assista à mensagem do Bispo Macedo na íntegra:
Um encerramento de fé: das cinzas à coroa
Os sete dias se encerram na quarta-feira (18), com a mensagem baseada em Isaías 61: a troca das cinzas pela coroa. Enquanto o mundo se entrega aos prazeres da carne para depois carregar marcas de vazio espiritual, os que participam do propósito escolhem buscar o Espírito Santo, que é a verdadeira coroa prometida por Deus.
Assim, o Jejum de Zacarias se apresenta como um convite prático à fé inteligente — aquela que vigia, age e fala em concordância com a Palavra — especialmente em um período reconhecido por intensa atuação espiritual negativa.
Participe do Jejum de Zacarias, de 12 a 18 de fevereiro, no Templo de Salomão e em todos os templos da Igreja Universal. Uma decisão que começa na boca, mas transforma toda a vida.
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