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Notícias | 18 de outubro de 2020 - 00:05


“Fiz mais de 200 exames e ninguém descobria o que eu tinha”

Sem um diagnóstico, Carlos Diógenes de Souza recorreu à fé para alcançar a cura

“Fiz mais de 200 exames  e ninguém descobria o que eu tinha”

O pintor Carlos Diógenes de Souza, de 62 anos, conta que em junho de 2018, no meio do expediente, começou a sentir um desconforto na região abdominal. Carlos procurou ajuda médica. Ao todo, ele fez três visitas ao hospital. Nessas ocasiões, ele era medicado e orientado a voltar para casa.

Os médicos não descobriam o que Carlos tinha. Ele relata que chegou a fazer mais de 200 exames para tentar chegar ao diagnóstico.

Nesse período, Carlos, que pesava 72 quilos, chegou a pesar 43 quilos.

“Fiz mais de 200 exames e ninguém descobria o que eu tinha”

O problema
O médico disse que Carlos poderia estar com uma infecção nos rins e no fígado, mas este não era um diagnóstico definitivo. Carlos passou a ir toda semana ao hospital para retirar cerca de seis a sete litros de água do abdômen e do pulmão.

Não demorou para que Carlos precisasse ser internado, pois os rins começaram a parar de funcionar e o fígado já não produzia mais proteína. Ele também começou a fazer sessões de hemodiálise.

Ele relembra que os médicos chamaram a família para avisar que iriam colocar um cateter no pescoço dele, pois as veias dos braços e das pernas estavam muito finas. O médico informou à família que Carlos tinha perdido os movimentos das pernas e não andaria mais. Sua locomoção seria por meio de cadeira de rodas.

Ainda no hospital, Carlos contraiu uma bactéria. Uma equipe médica especializada nos Estados Unidos avaliou o estado dele e, por meio de alguns exames, achou que o problema era um linfoma, um tipo de câncer. Ele realizou cinco biopsias e nada foi constatado. Carlos foi encaminhado a outro hospital para fazer exames e precisaria entrar na fila do transplante de rins.

Agindo a fé
Carlos, que já frequentava a Universal, sabia que somente a fé poderia mudar a sua situação. “Na Igreja estava tendo a Campanha do Impossível e eu e a minha esposa tínhamos uma reserva, então decidimos fazer um voto com Deus e ir para o Altar. De madrugada, quando estava orando, falei com Deus: ‘Senhor todos os exames deram negativos, se tudo que estou passando for para ser um testemunho vivo da Sua existência e glorificar o teu nome, que seja feita a Tua vontade.’”

Na primeira semana de novembro, ao fazer mais uma sessão de hemodiálise, com 30 minutos de procedimento, Carlos teve três paradas cardíacas. “Quando voltei da parada, a enfermeira me disse que achou que tinha me perdido. Me mandaram de volta para o hospital e os médicos falaram que eu não poderia mais fazer esse tipo de procedimento.” Na mesma noite Carlos foi colocado em isolamento porque contraiu uma nova bactéria.

A resposta
Pela manhã, Carlos fez novos exames e o resultado mostrou que os rins e o fígado tinham voltado a funcionar novamente. Depois de seis meses de internação, ele ouviu do médico que esse acontecimento era um milagre. “O médico me disse que não tinha como explicar como meus rins e meu fígado voltaram a funcionar normalmente”, recorda.

Os médicos encaminharam Carlos a outro hospital para confirmar os exames e ele ficou ali em observação por uma semana até que recebeu alta médica. “No primeiro mês voltei andando sem cadeira de rodas e sem inchaço na barriga, porque ela tinha secado em sete dias, apesar de os médicos terem dito que eu teria que conviver com a retirada de líquido da barriga a cada 15 dias”, lembra.

Carlos conta ainda que os médicos lhe explicaram que desconheciam a causa de sua doença e que, por isso, ele não teve um diagnóstico correto. “Eles reconheceram que o meu caso era um mistério da medicina”, afirma.

Carlos desfruta de plena saúde e sua história de vida inspira muitas pessoas a lutarem pela cura.

Cura total por meio da fé

É a fé que leva uma pessoa a Deus, para conquistar a Salvação e, claro, obter o milagre da cura total. Por isso, semanalmente, aqueles que estão em busca da cura por meio da fé, para si ou um familiar, têm participado da reunião da “Corrente dos 70”. Se você acredita que o sofrimento pode ter um fim, compareça a esse encontro.

A saber, em São Paulo, a “Corrente dos 70” acontece todas às terças-feiras, no Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás, zona leste de São Paulo. Confira os horários da reunião aqui. Para mais informações em outra região do estado ou na sua cidade, procure a Universal mais perto da sua casa.


“Fiz mais de 200 exames  e ninguém descobria o que eu tinha”
  • Maiara Máximo / Fotos: Cedidas 


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