Filho de 11 anos mata pai no Estados Unidos por motivo fútil
Diante de tragédias familiares, a fé e a estrutura espiritual no lar são fundamentais para preservar a união entre pais e filhos
Em janeiro deste ano, um caso chamou a atenção. Clayton Dietz, de apenas 11 anos, tirou a vida de seu pai adotivo, Douglas Dietz, de 42 anos, após ter o videogame retirado para que ele fosse dormir. O menino está sendo acusado como adulto por homicídio no Tribunal do Condado de Perry, na Pensilvânia, Estados Unidos.
Em depoimento, ele relatou que, enquanto procurava o videogame, encontrou uma arma no cofre do pai. Em seguida, colocou munição, foi até o quarto onde o pai dormia e atirou contra a cabeça dele. Questionado sobre sua atitude, ele respondeu que estava “irritado” e “não pensou sobre isso”, mas procurou a mãe dizendo-se odiar por isso.
O portal de notícias americano The Sun conversou com Jillian, mãe do garoto, que afirmou estar arrasada e sentir como se seu mundo tivesse sido destruído. “Eu perdi tanto meu marido quanto meu filho. Ainda não consigo compreender tudo isso”, disse ela.
Tragédias familiares no Brasil
Tragédias familiares semelhantes também já ocorreram no Brasil. Um caso de 2025, envolveu um adolescente de 14 anos que tirou a vida dos pais e do irmão após ser impedido de se encontrar com a namorada virtual, de outro estado, que conheceu online. Conforme investigações, ele planejou e executou o crime brutal e afirmou que “não se arrependeu” e que “faria tudo de novo”.
Por outro lado, uma das ocorrências mais conhecidas foi a da família Pesseghini, em agosto de 2013, quando um garoto de 13 anos executou a tiros seus pais, a avó e tias, e depois tirou a própria vida. À época, a polícia considerou a investigação inconclusiva; no entanto, o caso levantou debates sobre o consumo de jogos com conteúdo violento por menores de idade.
Antídoto para as famílias
Diante desse cenário, casos de violência dentro de casa evidenciam a importância de colocar o lar sob a proteção Divina. O Bispo Renato Cardoso comenta que o objetivo do mal é causar inimizades dentro da própria casa, fazendo filhos contra os pais e vice-versa. Além disso, ele alerta para a negligência no cuidado com os filhos, situação em que muitos pais nem percebem o que acontece dentro do próprio lar.
“Vemos tantos casos de tragédia familiar porque isso é o retrato do diabo. O diabo não tem família. Ele nunca vai ter família; ele é o mestre da divisão. E ele sabe que a família criada por Deus aqui na terra é um protótipo do Reino dos Céus. Por isso, trabalha tanto para destruir a família, para zombar e bagunçar”, afirmou.
Ele complementa que o antídoto para as famílias — para as inimizades nos lares, o desrespeito, a falta de amor e o fim das brigas — é que haja uma fé professada, a fé verdadeira no Senhor Jesus e no que Ele fez na cruz, para que todos possam ser incluídos em Sua Família. “Que maravilha é fazer parte da família de Deus e viver sob Sua justiça”, conclui.
Para quem deseja restaurar o convívio no lar, participe das reuniões realizadas aos domingos no Templo de Salomão, ou em uma Universal mais próxima, clicando aqui.
E, não perca o grande evento Família ao Pé da Cruz, em abril deste ano.
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