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Notícias | 18 de Setembro de 2022 - 00:05


“Eu vi as igrejas sendo fechadas e entrei em pânico”

Vivendo uma vida de vícios e relacionamentos frustrados, Thaís Lima percebeu que precisava mudar suas escolhas para alcançar a paz que tanto procurava

“Eu vi as igrejas sendo fechadas e entrei em pânico”

A pandemia de Covid-19, que parou o Brasil e o mundo em 2020, mostrou mais uma vez que os sinais descritos na Bíblia estão se cumprindo. Com o isolamento social e o fechamento das igrejas no País, ficou claro que era preciso buscar a Deus enquanto se podia achá-Lo, como escrito no livro de Isaías 55.6. Foi nesse cenário devastador que Thaís Correia de Lima, de 23 anos, reconheceu que não podia mais viver seus dias longe do Criador.

Ela foi apresentada à Fé na infância, quando sua mãe passou a frequentar as reuniões na Universal. Contudo, mesmo com o exemplo materno dentro de casa, ela decidiu seguir o seu coração ainda na adolescência. “Eu fui molestada quando tinha 7 anos e isso influenciou a forma com que eu via o mundo. Eu tinha raiva de tudo e de todos”, relembra.

Esses sentimentos eclodiram em seu interior por volta dos 17 anos, quando lhe apresentaram o cigarro na escola. “Eu comecei a sair com alguns amigos e vi que aqueles que fumavam estavam sempre sorrindo e eu queria isso para mim. Comecei com cigarro comum e com bebida, mas, quando entrei na faculdade, passei a aceitar tudo o que me era oferecido e virei usuária de drogas”, diz. Entre as substâncias consumidas diariamente estavam a maconha, o lança-perfume e a cocaína.

Vivendo nessa condição, era difícil para ela manter um relacionamento saudável com os pais. Assim, enquanto as brigas familiares aconteciam, os casos amorosos também se multiplicavam: “em razão do meu trauma envolvendo homens na infância, eu era uma pessoa extremamente ruim com o sexo oposto.

Então, eu fazia de tudo para machucá-los. Como eu tinha raiva de homens, passei a me envolver com mulheres. Naquela época, eu dizia que gostava, mas aquilo só me fazia sofrer”.

Thaís ainda enfrentava crises de ansiedade, momentos em que seu corpo externava o que se passava em seu interior. Ela tinha uma sensação de quase morte. “Em todo esse processo, que era um verdadeiro ‘gigante’ em minha vida, minha mãe não desistiu de mim e seguiu fazendo seus propósitos pela minha transformação.

Foi com a vida destruída que vi as igrejas sendo fechadas e entrei em pânico, pois tinha o conhecimento da Verdade. Ali eu vi que precisava tomar uma decisão”, conta.

Abandonar o mundo, as amizades, as drogas e os relacionamentos não foi imposto por alguém, mas partiu dela, que entendeu que era preciso renunciar às suas vontades para receber de Deus uma nova vida. “Apesar de não ter sido fácil, a minha definição tornou todo o processo rápido. Eu me libertei, em seguida me batizei nas águas e fui em busca do Espírito Santo”, comenta. Todo sacrifício que ela empenhava no mundo foi depositado no Altar e, assim, houve o
Novo Nascimento.

Receber o Espírito Santo mudou os pontos de vista de Thaís e, consequentemente, a forma como ela encara o mundo ao seu redor.

“Hoje sou uma pessoa transformada. Não tenho mais crise de ansiedade nem dependo de drogas, de amizades ou de relacionamentos para ser feliz. Tudo isso acontceu porque houve uma mudança de dentro para fora”, comenta a jovem, que colhe os bons frutos de sua decisão.

“Hoje vejo que se não fosse o Espírito Santo eu não estaria aqui, porque não tem alguém que acredite mais em nós do que o Próprio Deus. Por isso, Ele é tudo para mim, o motivo que me faz levantar todas as manhãs e ter forças para encarar diariamente meus desafios”, finaliza.


“Eu vi as igrejas sendo fechadas e entrei em pânico”
  • Cinthia Cardoso / Foto: Demetrio Koch 


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