“Eu tinha ódio do Bispo Macedo”

Maricélia resistiu ao convite para conhecer a Deus, mas teve a vida transformada quando O aceitou

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Maricélia Caldas, de 51 anos, auxiliar administrativo, sempre ouviu muitos comentários negativos na mídia em relação à Igreja Universal e ao Bispo Macedo. Seu preconceito era grande. “Como uma pessoa vai buscar a Deus em uma Igreja que quer tirar seu dinheiro e deixá-la miserável?” Era o que ela pensava ao escutar as notícias que afirmavam que o Bispo Macedo era ladrão e que a Igreja tirava dinheiro das pessoas.

“Eu, nessa Igreja? Nem pensar. Para mim, ele [o Bispo Edir Macedo] era uma pessoa sem caráter”, conta. Sua raiva era grande. “Eu tinha ódio dele. Quando falavam dele eu nem queria ouvir.”

Mudança
A vida de Maricélia estava totalmente destruída, principalmente na área sentimental. Ela era traída pelo companheiro e estava com a autoestima baixa. O vazio era muito grande e ela começou a beber e a sair com outras pessoas para tentar preenchê-lo. Ela passou a trocar o dia pela noite e não tinha ânimo para trabalhar e para cuidar do seu filho. “Sentia uma dor na alma”, diz.

A irmã de Maricélia frequentava a Universal e sempre a convidava. Quando o sofrimento chegou ao limite, ela finalmente aceitou ir à Igreja. “Chegou um dia que eu estava muito triste e falei para Deus que não aguentava mais. Quebrei meu orgulho e fui buscá-Lo.”

Ao entrar na Igreja, logo percebeu a diferença de estar na Presença de Deus. A paz invadiu seu interior. Ela começou a frequentar a

Universal, fez as correntes, buscou a Deus, lutou pela libertação, se dedicou, seguiu as orientações e sua vida começou a mudar.

Praticando os ensinamentos, ela foi batizada com o Espírito Santo. “Quando eu recebi o Espírito Santo, senti uma alegria muito grande. Foi especial, já não tinha mais tristezas nem vazio.”

Hoje, Maricélia tem o bem maior, que é a Salvação, e é casada com um homem de Deus. “Tenho paz, minha família está na Presença de Deus, faço parte do grupo Calebe e ajudo as pessoas. Devo tudo isso ao homem que um dia chamei de ladrão”, finaliza.

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Autor

Kaline Tascin / Foto: Reprodução