“Eu dei para Deus a vida que eu ia jogar da ponte”

Maiara Faversani, de 23 anos, buscou no Espírito Santo a paz que não encontrava em lugar nenhum

Imagem de capa - “Eu dei para Deus a vida que eu ia jogar da ponte”

A jovem Maiara Faversani, de 23 anos, conheceu a Universal ainda na infância, mas se afastou da Igreja aos 15 anos. “Foi uma decisão repentina. Em um dia estava toda de rosa e, no outro, toda de preto. Virei a cabeça 100%”, conta Maiara, que virou gótica.

Para ela, os primeiros momentos de afastamento lhe proporcionaram uma certa liberdade, mas ela conta o que ocorreu depois: “vieram as decepções, me tornei depressiva, comecei a me mutilar, a beber meu sangue e a frequentar cemitérios sozinha porque sentia uma falsa sensação de paz. Quando a mutilação deixou de ser suficiente, conheci os vícios, como a maconha, o cigarro e a bebida”.

Ela relata que seu fundo do poço aconteceu com o término de um relacionamento, mas também foi quando ela se lembrou de Deus: “eu estava me sentindo sem chão e achava que não servia mais para nada. Pensei em me jogar da ponte depois do expediente. Na hora que ia fazer isso, ouvi uma voz que me dizia para entrar na Igreja e me dar uma última chance”.

NOVA CHANCE
Perto do local onde Maiara estava tinha uma Universal. “Decidi voltar para o Senhor Jesus. Eu dei para Deus a vida que eu ia jogar da ponte. Eu já não tinha mais nada a perder.” Aos poucos, Maiara foi absorvendo os ensinamentos e a direção que vinham da Palavra de Deus. “Me libertei e me batizei nas águas. Quando ouvi que o Espírito Santo queria habitar em mim, aquilo abriu os meus olhos. Quem eu era para não me perdoar, se Deus havia me perdoado e me dado uma nova chance?”, afirma.

Maiara recebeu o Espírito Santo naquele mesmo dia. Ela diz que, desde então, tudo mudou: “aquela sensação de que estava perdida sumiu. Sei que tudo está nas mãos de Deus e que Ele está no controle”, finaliza.

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Autor

Flavia Francellino / Foto: Reprodução