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Notícias | 6 de julho de 2018 - 03:05


“Eu apanhava das minhas bonecas”

Apesar de vivenciar uma infância difícil, Célia venceu todas as perturbações. Conheça a sua história

O que você faria se o seu filho lhe dissesse que frequentemente ouve vozes? Inicialmente alguns pais achariam estranho, já outros nem ligariam para as queixas. Mas, é bom que todos saibam que este é um problema sério e tem afetado milhares de crianças em todo o mundo.

Recentemente, um estudo britânico afirmou que cerca de 8% das crianças ouvem vozes que não existem no mundo real, com alguma frequência. Segundo a pesquisadora Sarah Parry, da Universidade Metropolitana de Manchester, essas vozes seriam alucinações auditivas e algo bastante comum.

Esses estudos também mostraram que, em alguns casos, essas alucinações podem ser causadas por momentos de estresse ou trauma na vida das crianças e adolescentes ou por consequência de problemas médicos, como distúrbios do sono, desequilíbrios metabólicos ou enxaquecas.

Uma pesquisa publicada em 1998 no Journal of Child Neurology, nos EUA, associou essas alucinações a uma prevalência maior de crises de pânico ou dores de cabeça nas crianças.

Vozes além do normal

A ex-funcionária pública estadual Célia Regina Minicelli, hoje com 59 anos, (foto ao lado com o marido) sentiu na pele – ainda quando criança – o que era ser perturbada por essas vozes. Ela relatou ao Universal.org o seu drama e como conseguiu livrar-se dele.

Nascida na cidade de Jaboticabal, interior paulista, no ano de 1958, Célia foi adotada por um casal que não podia ter filhos. Aos 3 anos de idade, a garota – pela primeira vez – iria para um lar, na esperança de ter uma família e ser feliz. Mas, não foi bem isso o que aconteceu.

“Entrei em um lar problemático, lembro-me que na casa havia um quarto somente meu, mas este ambiente havia sido oferecido aos espíritos na intenção de me proteger, e também mudar a situação da minha mãe, que na época era bastante problemática. O quarto era muito lindo, decorado e cheio de bonecas, pois os meus pais prepararam tudo do bom e do melhor que havia na época”, relatou Célia.

Segundo conta, suas noites neste quarto foram as piores da sua vida, pois foi ali que Célia passou a ver e ouvir as suas bonecas falarem com ela e, pior: a agredirem. (Ela com as bonecas na imagem abaixo)

“As bonecas me batiam, puxavam meus cabelos e me derrubavam da cama. Eu tinha mais de 30 bonecas das mais variadas. Lembro que tinha uma boneca chamada ‘blá blá’, que eu puxava um fio das costas dela e ela falava de verdade. É até estranho de acreditar, mas elas me atormentavam, me machucavam e também me incentivavam a brigar com a minha mãe e, quando isso acontecia, um outro boneco que eu tinha, dava gargalhadas. Muitas vezes, eu ia para o quarto da minha mãe e ficava na porta; quando ela vinha me atender – que foram raras vezes -, ela me levava novamente para o quarto, tapava a minha boca e me dava uma surra, porque ela falava que tudo o que eu estava contando era mentira. Ou seja, eu apanhava das bonecas e apanhava da minha mãe”, lamenta.

Célia garante que foi atormentada da infância até a fase adulta, mas aos 37 anos, enfatiza, ela conheceu a Palavra de Deus, quando chegou à Universal, o que fez toda a diferença.

“A primeira vez que eu dormi na minha vida, sem ataques, foi quando pisei pela primeira vez na Igreja. Ali eu fui liberta de todas as perturbações; há 22 anos a minha vida mudou”, finalizou Célia.

Reuniões na Universal

Essa é mais uma história incrível de transformação e é um relato fiel do quanto Deus pode – e quer – mudar a vida daqueles que se aproximam dEle de todo o coração, exatamente como fez Célia.

Se você tem passado por problemas parecidos ou seu filho tem sofrido com perturbações, faça como ela: compareça a uma Universal mais próxima de sua casa (clique aqui e veja o endereço) e participe de uma reunião.


  • Por Sabrina Marques / Foto: iStock e cedidas 


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