Encontro Nacional dos Obreiros reforça a missão de cumprir o "Ide"
Servos de todo o Brasil participaram de um chamado à autoavaliação espiritual, seguido pela consagração de novos obreiros e pela tradicional cerimônia da Troca das Bandeiras
O Encontro Nacional dos Obreiros, realizado em 1º de agosto, reuniu servos no Templo de Salomão e em todo o Brasil para um chamado à autoavaliação e ao fortalecimento espiritual. Às 18h, o Bispo Adilson Silva conduziu a reunião destacando que Deus não observa as aparências, mas sonda o íntimo de cada pessoa.
A verdade no íntimo
Baseando-se em Mateus 23:23-28, o Bispo alertou contra a religiosidade e enfatizou que quem serve a Deus deve viver na verdade. “Quem O serve, obrigatoriamente, tem que estar mergulhado na verdade.”

Ao citar a igreja de Laodiceia (Apocalipse 3:17), alertou que a aparência pode esconder a verdadeira condição espiritual, mas Deus conhece o coração. Além disso, ressaltou que sentimentos como mágoa e ódio afastam o ser humano de Deus.
Por fim, citando Salmos 51:6 — “Eis que amas a verdade no íntimo, e no oculto me fazes conhecer a sabedoria” —, reforçou que Deus procura servos sinceros e anunciou agosto como o “Mês da Verdade no Íntimo”, dedicado ao fortalecimento espiritual dos obreiros.
Consagração dos novos servos
Na sequência, o Bispo realizou a graduação e a oração pelos novos colaboradores e obreiros de todo o País. Ele lembrou que Deus fortalece Seus servos por meio das lutas e provações. “Ninguém fica forte sem colocar peso sobre os músculos. Assim também é na vida espiritual. Lutas, tentações e desertos virão, mas tudo cooperará para o bem de vocês.”

Entre os graduados estava Marcela Silva, de 32 anos, especialista em comunicação, da região de Guarulhos (SP). “Diante de tantas lutas e perseverando, Deus me mostrou que aqui é o meu lugar.”
Odair Júnior, de 44 anos, administrador de empresas da região de Osasco (SP), também destacou os aprendizados vividos no Curso Preparatório de Obreiros (CPO). “Esta graduação, especialmente no Ano do Ide, é um privilégio. Deus nos sustentou até aqui, mas este é apenas o começo.”
A Troca das Bandeiras
Após a reunião, os servos seguiram para a Esplanada do Templo de Salomão para o clamor do “Ide” e a tradicional Troca das Bandeiras.
Antes da cerimônia, o Bispo Adilson lembrou que a expansão da Universal sempre exigiu sacrifício e anunciou o hasteamento das bandeiras de três novos países alcançados recentemente: Ilhas Salomão, Samoa e Ilhas Chuuk, sendo este último um dos quatro estados que formam os Estados Federados da Micronésia.

“Nestes 50 anos, a Igreja chegou a todos estes lugares. Mas a que preço? O preço do sacrifício. Muitos homens e mulheres de Deus estão fora do Brasil há décadas. Não há como cumprir o ‘Ide’ sem sacrifício”, ressaltou.
Em seguida, os obreiros cantaram o hino “O Senhor da ceifa está chamando” e participaram da oração pelos missionários, pastores, bispos e colaboradores que evangelizam ao redor do mundo.
Ao todo, 151 bandeiras foram hasteadas, representando os países onde a Universal está presente e reafirmando o compromisso da Igreja com a propagação do Evangelho.
Jéssica da Silva, de 30 anos, gestora de eventos, participou do hasteamento de uma das bandeiras e afirmou que a cerimônia renovou seu compromisso com a evangelização. “Deus falou comigo que não podemos parar. O livro de Atos ainda não terminou. Temos que continuar.”
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