Ele combatia o crime, mas travava uma batalha contra a depressão
O vazio interior, a frustração e o vício em álcool eram alguns dos desafios enfrentados por Marcelo Cavalcante e, aos poucos, roubaram dele o prazer de viver
Na busca pela realização de seus sonhos, o policial militar Marcelo Cavalcante, de 54 anos, alcançou suas metas profissionais, mas se deparou com um problema que não sabia como enfrentar: a depressão.
Apesar das conquistas profissionais, ele passou a conviver com um grande vazio interior e um profundo sentimento de irrealização. Na tentativa de preencher esse vazio, mergulhou em bebidas e festas, mas nada resolveu. “Em certo momento, me vi em um ‘buraco sem fundo’, sem um caminho”, recorda.
Pensamentos de morte
Embora cumprisse suas responsabilidades profissionais, quando estava sozinho, Marcelo se deparava com a angústia e o desânimo. “Eu conseguia resolver os problemas de outras pessoas, mas não os meus. Isso me frustrava e causava uma dor profunda”, relata.
Sem suportar mais o sofrimento, ele passou a desejar a morte. Esse pensamento se intensificou depois que um colega de profissão tirou a própria vida. “Havia uma voz constante na minha mente dizendo que não tinha mais jeito para mim e que o certo era acabar com tudo”, conta.
Um encontro que mudou tudo
Marcelo chegou a pensar em abandonar a profissão e viver nas ruas. Certa noite, embriagado e sem rumo, ligou o rádio e sintonizou uma programação da Universal. “Naquele momento, fiz uma oração e decidi ir a uma Universal. Logo na primeira reunião, tive paz e força para viver”, afirma.
Ao entregar sua vida ao Senhor Jesus, ele recebeu o Novo Nascimento e encontrou no Espírito Santo a verdadeira alegria. “Hoje tenho paz, alegria e direção”, conclui.
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