Ela não aceitou o diagnóstico médico

Nara Neres de Araújo buscou em Deus a resposta para a doença incurável da filha

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Em 2017, a babá Nara Neres de Araújo, de 38 anos, percebeu algumas alterações na pele da filha Anna Alice de Araújo Lobato, que estava com 10 anos. “Entre o final de maio e início de junho apareceram as primeiras manchas. O problema da Anna parecia ser emocional, pois o pai dela, meu ex- marido, tinha adoecido. Estávamos separados e ele passou a descontar nela a raiva que tinha de mim”, recorda Nara.

Ela lembra de uma ocasião em que o ex-marido foi até a casa dela para entregar a pensão e tratou a filha, que o recebeu no portão, com rispidez. Anna entrou em casa agressiva e com os olhos marejados, o que chamou a atenção da mãe.

Alguns dias depois, Anna começou a apresentar uma coceira na orelha. “Achei que poderia ser algum tipo de alergia ao brinco. Passei uma pomada, mas a coceira e as manchas avermelhadas se alastraram por todo o rosto no dia seguinte.”

Nara reparou que outras manchas iguais foram aparecendo também nas pernas, nos braços, nas costas e na cabeça e que tufos de cabelo começaram a cair.

Sem diagnóstico
Nara levou a pequena Anna a quatro especialistas, mas o diagnóstico era sempre o mesmo: “os médicos falavam que era uma alergia aos medicamentos diferentes que ela já tinha tomado anos antes. Sem um diagnóstico preciso, eles prescreveram antibióticos para tratar da pele. Em apenas um mês, ela chegou a tomar cinco frascos e só piorava. Queria coçar e não podia.”

Nara já frequentava a Universal e, em uma noite, vendo que a filha coçava a pele desesperadamente, ela fez uma oração. “Eu dobrei os meus joelhos e pedi a Deus que me mostrasse contra o que eu estava lutando.”

Nara buscava um diagnóstico para a filha e tomou a atitude de participar da reunião de cura, que acontece na Universal, todas as terças-feiras, e recebeu a gota do milagre. Ao chegar em casa, ela deu banho em Anna com a água consagrada.

A notícia
No dia seguinte ao banho, Anna tinha consulta marcada com o pediatra. Ao examinar a menina, a médica disse que o que Anna tinha se chamava psoríase e que era uma doença que não tinha cura. Ela teria que aprender a conviver com o problema e tentar
amenizá-lo por meio dos tratamentos com medicações.

Aos ouvir aquelas palavras, Nara as repreendeu em pensamento. A médica prescreveu algumas medicações e solicitou exames para Anna. Nara se revoltou com aquela situação. “Eu saí do consultório decidida a lutar com Deus. Continuei usando a água como tratamento definitivo. Nesse tempo, infelizmente, o pai de Anna faleceu.”

A perda deixou a menina muito abalada, mas não foi empecilho para que Deus fizesse o milagre acontecer.

Persistência
Ao todo, foram três meses lutando para que Deus livrasse Anna daquela doença. O tratamento prescrito pela médica só poderia ter início depois da consulta com um dermatologista, especialista na área, mas Nara só conseguiu vaga com o profissional para o mês de maio de 2018. A espera, porém, não foi necessária, pois as manchas começaram a desaparecer e nunca
mais voltaram.

Anna está hoje com 13 anos e não tem nenhuma lesão sequer na pele. Mãe e filha sabem que devem tudo isso ao poder de Deus. “Não tem nada que a fé em Deus não resolva”, finaliza Nara.

Caro leitor, se você se encontra enfermo ou tem algum familiar com problemas de saúde que parecem não ter solução, procure a Universal mais próxima e participe da corrente de cura todas as terças-feiras em uma Universal perto de você.

Corrente dos 70

Por isso, se você acredita que o seu sofrimento ou de um familiar pode ter um fim, compareça nesta terça-feira à reunião da “Corrente dos 70“. Milhares de pessoas já receberam a cura, sobretudo, provando que o tempo de milagres não acabou.

Em São Paulo, a “Corrente dos 70” acontece no Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás, zona leste. Confira os horários aqui. Para informações sobre outra localidade, encontre uma Universal mais perto da sua casa.

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Autor

Maiara Máximo / Fotos: Demetrio Koch e arquivo pessoal