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Notícias | 28 de junho de 2020 - 00:05


Desprezados pela sociedade, mas não por Deus

Voluntários do UNP realizam acompanhamento mensal com familiares de detentos. Veja

Desprezados pela sociedade, mas não por Deus

Constantemente, familiares de detentos são vítimas de todo tipo de preconceito, julgamento e dificuldade. A pandemia do novo coronavírus aumentou os problemas para esta parcela da população. Presidiários estão impedidos, por tempo indeterminado, de receber visitas. O contato acontece apenas por cartas e pelo envio de produtos pelos Correios.

O projeto Universal nos Presídios (UNP) percebeu a importância de acompanhar essas pessoas e ajudar a suprir suas necessidades, principalmente espirituais. “Encontramos pessoas doentes, com dificuldades financeiras e depressão. Todas muito carentes, sobretudo, de Deus”, explicou o Pastor Clodoaldo Rocha, responsável pelo grupo em todo o Brasil.

Dia da Visitação
No dia 14 de junho, o grupo promoveu o Dia da Visitação e levou doações e uma Palavra de Fé aos familiares de detentos. De acordo com o Pastor Clodoaldo, 24 mil lares foram atendidos e quase 19 mil kits de alimentos e itens de higiene foram distribuídos. A ação contou com a participação de mais de 14 mil voluntários.

Uma das pessoas atendidas foi Liliane Regio de Andrade, moradora da cidade de Franca, no interior de São Paulo. O filho dela está encarcerado e, pelo fato de não conseguir vê-lo, ela passou a ter problemas emocionais e até tentou o suicídio.

“Estava mal, discuti com meu esposo e chorei muito.Além disso, tentei me matar. Estava perturbada. Depois da oração, fiquei aliviada. Foi Deus que trouxe vocês aqui”, relatou.


Desprezados pela sociedade, mas não por Deus
  • Rafaella Rizzo / Fotos: Cedidas 


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