Depressão profunda: diretora relata vazio e tentativa de suicídio

Mesmo com sucesso profissional e vida social intensa, Angela Mantovani enfrentou uma depressão profunda e quase tirou a própria vida durante a pandemia

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Mesmo com um bom emprego, salário alto e vida social agitada, a depressão profunda se instalou silenciosamente na vida de Angela Mantovani. Diretora de uma autoescola. Ela estava formada, cercada de amigos e com acesso a várias festas. Porém, ela escondia uma dor que ninguém via — até que o isolamento da pandemia a levou ao limite.

Depressão profunda por trás do sucesso

Por fora, tudo parecia dar certo. Angela tinha acesso aos melhores eventos, baladas e relacionamentos. Mas, por dentro, nada a preenchia. “Eu procurava nas pessoas o amor, procurava que me notassem. Mas tudo que eu tentava buscar do lado de fora não ocupava o vazio que estava dentro de mim.”

Entretanto, a chegada da pandemia, em 2020, mudou tudo. Sem festas, sem amigos e sem distrações, ela ficou sozinha com os próprios pensamentos. “Ali foi onde eu comecei a enfrentar os meus medos. Só que eu não tinha força, não tinha estabilidade emocional”, comenta. Foi quando ela desenvolveu uma depressão profunda.

Ela buscou ajuda médica. Tentou academia, antidepressivos, psiquiatras e psicóloga. Nada parecia resolver. “Eu fui fundo mesmo. Olhava e pensava: será que nem minha família me vê? Mas o problema estava dentro de mim e eu não conseguia falar.”

Isolamento e tentativa de suicídio

Segundo Angela, além da tristeza constante, surgiram pensamentos que a influenciavam negativamente. “Era como na novela Jesus, aquela voz ficava no meu ouvido: ‘Se mata, chuta o balde’. Eu não via nada, mas ouvia claramente.”

O momento mais crítico aconteceu quando ficou sozinha em casa. “Eu fui para o banheiro, vi uma lâmina de barbear e ouvi: ‘Vai lá, corta seus pulsos’. Mas, quando me levantei para acabar com tudo, lembrei de Deus.”

Ela relata que, naquele instante, sentiu falta de ar e pediu ajuda: “Eu falei: ‘Meu Deus, se o Senhor existe, me ajuda’.”

O primeiro passo para mudar de vida

A irmã de Angela já frequentava a igreja e a convidava insistentemente. Antes, ela resistia. “Eu não queria abrir mão do brilho do mundo. Eu sabia do prazer que ele gerava no momento, mas, mesmo sofrendo, eu pagava para ver.”

Até que decidiu ir.

“Quando eu cheguei na igreja e passei por aquelas portas, dei de cara com o Altar. Parecia que o próprio Senhor Jesus estava me esperando. O brilho que eu procurei no mundo não existia. Eu nunca tinha visto algo tão glorioso.”

Para saber como está a vida dela atualmente e o que aconteceu após esse dia, assista ao vídeo completo abaixo:

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Colaborador

Rafaella Rizzo / Foto: Reprodução