Depressão e abuso: as tentativas de suicídio que quase destruíram Rosilania
Após infância marcada por violência familiar, relacionamentos abusivos e vícios, Rosilania Santos relata como a depressão a levou ao limite e o que a fez buscar ajuda
A depressão marcou a adolescência de Rosilania Santos e desencadeou uma sequência de dores que incluíram violência doméstica, tentativas de suicídio, vícios e relacionamentos abusivos. O que começou dentro de casa, aos 13 anos, quase custou a própria vida.
Ela conta que tudo mudou quando o pai foi trabalhar em São Paulo e deixou a família na Bahia. “Minha mãe descobriu que ele estava com outra família. Ela ficou com muita raiva e descontava na gente. Ali já começou o desejo de morte.”
Depressão na adolescência e tentativas de suicídio
Dessa forma, ainda muito nova, Rosilania começou a se isolar. Chorava escondida, evitava contato e alimentava um sentimento constante de rejeição. “Eu fiz misturas de chá e tomei. Depois ainda tentei de novo com os remédios da minha avó. Eu tinha aquele sentimento de coitadinha dentro de mim.”
As crises em casa se intensificaram com o retorno do pai. As brigas entre os dois eram constantes e, no meio do conflito, ela acumulava mágoa e revolta. Em uma das tentativas mais graves, misturou substâncias tóxicas e ingeriu. “Passei muito mal. Fiquei com febre alta, delírio, tremendo, o corpo adormecido.”
Mas, além da dor emocional, surgiram complexos profundos de inferioridade. “Eu me achava feia. Cortei meu cabelo com uma faca e depois arrancava fio por fio. A dor que eu sentia dentro de mim era tão grande que aquilo me dava um certo alívio.”
Ela chegou a ficar com falhas visíveis no couro cabeludo, mas o sofrimento interno continuava intacto.
Casamento precoce e violência
Aos 14 anos, começou a trabalhar fora. Pouco tempo depois, enxergou no casamento uma saída para fugir do ambiente familiar. “Eu vi naquela pessoa uma válvula de escape. Achei que casar ia me dar liberdade.”
Mas a realidade foi diferente. As brigas começaram rapidamente e o relacionamento se tornou insustentável. “Eu estava com a pessoa, mas não queria estar. Cheguei a ter nojo. Até que um dia ele me agrediu.”
Por isso, ela decidiu sair de casa, contou com a ajuda de uma amiga e passou a morar sozinha. Foi nesse período que mergulhou nos vícios.
Vícios, relacionamentos instáveis e fundo do poço
Assim, sem estrutura emocional, Rosilania tentou preencher o vazio com festas e excessos. “Comecei a beber muito, fumar, experimentar droga. Todo fim de semana eu tinha que estar em balada. Bebia a ponto de cair.”
Os relacionamentos eram curtos e instáveis. Assim, a depressão se aprofundava e o desânimo tomava conta. Mais tarde, envolveu-se em outro relacionamento abusivo. “Eu vivia praticamente aprisionada. Tinha horário para chegar, ele mexia na minha bolsa, me ameaçava de morte.”
Ela relata que começou a ter pesadelos, ver vultos e perder completamente a paz. “Minha vida não tinha graça, não tinha cor. Eu não tinha ânimo.”
Mesmo após engravidar, as brigas continuaram. Ela decidiu voltar para a Bahia por um período, mas, ao retornar para São Paulo, algo diferente aconteceu.
O momento em que decidiu buscar ajuda
Morando perto de uma igreja, um dia resolveu entrar. “Quando eu cheguei, eu estava aflita, oprimida. Mesmo sem entender muito do que o pastor falava, comecei a ter esperança.”
A decisão de continuar frequentando foi gradual, mas marcaria o início de uma mudança que ela ainda nem imaginava. Veja o que aconteceu após essa decisão assistindo ao vídeo abaixo:
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