Depois de 6 dias no cti, um novo susto
Mariana Esteves enfrentou um quadro grave e, quando o pior parecia ter passado, surgiram novos sintomas
Em dezembro de 2025, a empresária e cabeleireira Mariana Esteves, de 40 anos, moradora de São João de Meriti, na Baixada Fluminense (RJ), foi diagnosticada com hepatite. “Como era fim de ano, priorizei o trabalho no salão de beleza e não cuidei da minha saúde. Em janeiro deste ano, fiquei mais debilitada e, em fevereiro, meu estado se agravou. Na segunda-feira de carnaval, eu já estava havia três dias sem comer nem conseguir me levantar, além de estar inchada e com a pele amarelada.”
O que é a hepatite?
É uma inflamação do fígado que pode ser causada por vírus, doenças autoimunes, medicamentos, consumo excessivo de álcool e outras substâncias. Entre os sintomas estão dor e inchaço abdominal, icterícia (pele, mucosas e parte branca dos olhos amareladas), náuseas, coceira, urina escura, perda de apetite, cansaço e mal-estar.
O tratamento varia conforme a causa e pode incluir medicamentos, controle dos sintomas, alimentação adequada e repouso.
Fonte: rededorsaoluiz.com.br
Um quadro que se agravava
O marido de Mariana, o músico Luciano de Souza Lustoza, de 50 anos, a levou às pressas ao hospital. “Os exames constataram hepatite avançada e falência do fígado. Embora eu não quisesse ficar internada, o médico alertou que eu poderia morrer se voltasse para casa e recomendou a internação imediata. Fui direto para o CTI (Centro de Terapia Intensiva). Meu maior medo era precisar de um transplante ou até morrer, pois os médicos não conseguiam determinar a causa da doença.”
Fé em meio à internação
Luciano acompanhou Mariana no CTI e os dois, que já frequentavam a Universal, passaram a assistir à programação da Igreja pela televisão e a orar continuamente. “Minha mãe e meu marido me davam a água consagrada trazida da Igreja. No terceiro dia, percebi uma melhora. Na manhã seguinte, a médica disse que meu fígado estava reagindo e que o tratamento estava fazendo efeito. Como eu recebia apenas soro e acetilcisteína e não tomava nenhum medicamento específico para hepatite, para mim, aquela melhora já era uma resposta de Deus à nossa fé.”

Depois de seis dias no CTI, Mariana foi transferida para o quarto. “Foram mais quatro dias até eu receber alta. Queriam que eu permanecesse internada para estudar meu caso, mas não quis. Considero que entrei morta no hospital e saí viva, graças à fé que cura. A partir daí, passamos a participar assiduamente das reuniões e, no dia 1º de março, meu marido e eu nos batizamos nas águas.”
Novos sintomas surgiram
Porém, algum tempo depois, Mariana voltou a apresentar um forte inchaço. “Cheguei a pesar 96 quilos. Apareceram manchas pelo corpo e busquei atendimento médico. Os médicos não souberam explicar o quadro, mas afirmaram que não era consequência da hepatite.”
Diante da situação, Mariana conta que ela e o marido fizeram um propósito de fé de sete dias pela cura dela. “Três meses depois da internação, em maio, fiz exames de rotina que não apontaram feridas nem outras anomalias. Meus órgãos estavam saudáveis, meu peso havia voltado ao normal, 68 quilos, e as manchas tinham desaparecido. Para mim, os resultados confirmaram, mais uma vez, a cura pela fé em Deus”.
Transformação além da saúde
Depois de tudo o que enfrentou, Mariana conta que recebeu o Espírito Santo durante uma reunião de quarta-feira. “Senti uma paz que não tinha antes.”
A quem enfrenta situações semelhantes, ela aconselha a não desistir e a manter a fé em Deus. “Entendi toda essa experiência como um chamado, pois ainda não havia me entregado totalmente a Deus. Foi a fé n’Ele que me ajudou a atravessar essas adversidades e me deu a certeza de que Ele é o Deus do impossível”, conclui.
A Universal ensina a prática da fé espiritual associada ao tratamento médico recomendado a cada paciente.
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