“Deixa eu ver o que esses ladrões estão fazendo hoje”
Geyzon de Melo sabia o que deveria fazer para mudar sua vida, mas seu preconceito não deixava
Geyzon Gonçalves de Melo, de 27 anos, biomédico, especialista em imunologia clínica e laboratorial, nasceu em uma família católica em que havia muito preconceito contra a Igreja Universal. Sua raiva era tão grande que ele passava na porta da Igreja, pegava o jornal e dizia: “deixa eu ver o que esses ladrões estão fazendo hoje.” Ele recorda que as pessoas sempre lhe diziam que o Bispo Edir Macedo vendia terrenos no céu e enganava aqueles que não tinham conhecimento.
Aos 20 anos, ele passou a frequentar centros espíritas. “Fazia tudo o que me pediam, mas não via nenhuma mudança na minha vida.Sempre lutei pela minha vida amorosa, mas os meus relacionamentos sempre davam errado.”
Geyzon também passou a frequentar cartomantes, mas nunca viu uma mudança concreta.
Os seus problemas não era solucionados, então, ele começou a pensar em suicídio. “Estava com depressão, terminando a faculdade e já conhecia os sintomas da doença”, conta.
A avó dele, que foi quem o levou para o espiritismo, se converteu na Universal e sempre o convidava para ir à Igreja, mas ele sempre a maltratava e recusava os convites. “Ela apresentava minha vida no Altar e levava fronhas para orar por mim. Enquanto ela apresentava minha vida no Altar de Deus, eu apresentava minha vida no altar do diabo.”
Quando o sofrimento ficou insuportável, ele decidiu atender ao pedido da avó e foi à Igreja conversar com o pastor. Ao chegar lá, foi bem recebido e aquilo o fez perceber que ali era a casa de Deus e que não havia mais nada a ser feito, além de entregar sua vida para Ele.
Geyzon buscou a Presença de Deus e em um domingo recebeu o Espírito Santo. “Hoje eu sei que fui vítima de fake news (notícias falsas), pois vi que ninguém é obrigado a dar dízimos ou ofertas. As pessoas fazem isso com maior amor, gratas a Jesus pelo que Ele fez em suas vidas”, finaliza Geyzon.
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