Crises no casamento: quando o sonho vira dor logo no primeiro dia
Traumas do passado, expectativas irreais e conflitos diários levaram Gabrielle e Gabriel ao limite do relacionamento
As crises no casamento de Gabrielle Oliveira não surgiram com o tempo. Elas começaram no próprio dia da cerimônia, quando o que deveria ser um momento de celebração se transformou em confusão, frustração e arrependimento. “No dia do casamento foi onde começaram os sinais”, lembra.
Desde jovem, Gabrielle carregava o sonho de construir uma família e encontrar, finalmente, a felicidade que não teve na infância. A expectativa de que o casamento resolveria suas dores acabou se tornando um peso ainda maior.
Um encontro marcado por traumas emocionais
Gabrielle conheceu Gabriel Victor pelas redes sociais. A conexão foi rápida, mas construída sobre feridas ainda abertas. “Eu falei para ele um pouquinho dos meus traumas, ele também falou dos traumas dele, e já havia sinais de que nós dois ainda estávamos muito machucados por dentro”, relata.
Gabriel também vinha de uma história familiar marcada por ausências. “Meus pais se separaram quando eu era muito novo. Eu não tive uma referência familiar, aquele lar que toda criança espera”, afirma. A carência emocional e o desejo de formar uma família diferente da que conheceram acabaram acelerando decisões importantes.

A aposta no casamento como solução
Após oito meses de namoro, o casal decidiu não apenas morar junto, mas se casar. Para Gabrielle, o casamento representava uma garantia de estabilidade emocional. “Na minha cabeça, ele não ia me trair porque assumiu um compromisso comigo. Casando, o laço estava feito, não teria como se desfazer”, diz.
Mas a realidade foi outra. Logo no almoço de casamento, os primeiros conflitos surgiram. “Ele me deixou sozinha para ir atrás da mãe dele. Aquilo me machucou tanto que eu comecei a chorar”, lembra. Ao desabafar, ouviu uma tentativa de minimizar a dor: “Pelo menos você está no seu casamento, o pessoal vai achar que você está chorando de felicidade.”
Brigas constantes e desgaste emocional
O que começou mal conseguiu piorar. A lua de mel foi marcada por discussões, e a convivência diária se tornou pesada. Gabrielle reconhece que mudou com o tempo. “Eu virei uma mulher amarga. Quando algo não saía do meu jeito, eu pensava: ‘Agora eu vou tentar controlar o Gabriel’”, confessa.
As discussões se intensificaram. “Eu gritava, batia as coisas, ia para cima dele”, relata. Gabriel confirma o desgaste: “Chegava de madrugada e ela me acordava para brigar. Teve vezes que ela tentou sair de casa e eu trancava tudo”.
Dessa forma, com o passar do tempo, a parceria deu lugar à indiferença. “A gente passou a ser como dois estranhos morando na mesma casa”, diz Gabrielle. O assunto do divórcio começou a surgir com frequência, até que o relacionamento chegou ao limite.

O momento de buscar ajuda
Exausta emocionalmente, por fim, Gabrielle decidiu dar um basta nas brigas. “Eu falei: ‘Chega. Eu cansei disso. Você quer o divórcio? Você conseguiu’”, relembra. Mas apesar das palavras, o sentimento era outro. “No fundo, eu só queria que as brigas cessassem.”
Foi nesse ponto que ela resolveu aceitar convites para buscar ajuda nas palestras da Terapia do Amor e tentar algo diferente. Esse passo marcou o início de uma mudança profunda.
Saiba como esta história teve um final feliz assistindo o vídeo abaixo:
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