Criminalidade aumenta no Brasil e principais vítimas são os jovens
Saiba o que a Força Jovem Universal faz para investir no sucesso desta parcela da população
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) fizeram um mapeamento das mortes violentas no Brasil, com base em dados do Ministério da Saúde, em 2017. O trabalho resultou no Atlas da Violência 2019.
O estudo mostra que em 2017 o País registrou 65.602 homicídios (aumento de 4,2% em relação a 2016), o que equivale a 31,6 mortes para cada 100 mil habitantes – o dobro, por exemplo, da taxa de homicídios do Iraque em 2015.

Quando o assunto são os jovens, o cenário é ainda pior. Dentre os 65,6 mil homicídios, mais da metade – ou 35.783 – foram de pessoas entre 15 e 29 anos. “É fundamental que se façam investimentos na juventude, de modo a garantir condições de desenvolvimento infantojuvenil, acesso à educação, cultura e esportes, além de mecanismos para facilitar o ingresso do jovem no mercado de trabalho”, diz o estudo.
FJU investe no futuro do País
Um braço forte que contribui para mudar esta situação é a Força Jovem Universal (FJU), que mantém uma série de projetos, ações e eventos para encorajar os jovens a acreditarem em si mesmos, desenvolverem talentos e recuperar a autoestima. “Abordamos assuntos relevantes ligados ao que os jovens enfrentam no dia a dia. Eles ocupam o tempo em projetos ligados ao esporte, cultura (teatro, dança e música) e educação, entre outros. Além disso, recebem apoio emocional dos voluntários”, explica o Bispo Celso Júnior, responsável pela FJU no Brasil. O Bispo informa que o grupo atua em todos os Estados brasileiros e assim todos recebem a oportunidade de ter um futuro melhor.
Para fazer parte, procure o polo da FJU mais próximo de sua residência.
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