Como Patrícia quebrou o ciclo de relacionamentos frustrados
Entre excessos, culpa e solidão após as festas, Patrícia conta como o vício em álcool afetou sua autoestima e como aprendeu a se valorizar antes de viver um casamento feliz com Fernando
O vício em álcool e os excessos no Carnaval mascaravam uma dor que ninguém via. Patrícia conta que, por trás da curtição e da aparência de liberdade, existia solidão, baixa autoestima e uma sequência de relacionamentos frustrados que nunca passavam de poucos meses.
Vício em álcool e relacionamentos frustrados
Patrícia afirma que precisava beber para conseguir se soltar. Sóbria, se considerava tímida e insegura. “Eu tinha que estar alcoolizada porque, sóbria, eu era uma pessoa muito tímida. Eu precisava da bebida para poder me soltar.”
Ela relata que já chegou a ir para o Carnaval namorando, mas que as traições aconteciam durante as festas. “Eu ia para o Carnaval já com a intenção de ficar com várias pessoas. Sempre acontecia traição, tanto da minha parte como da parte da pessoa.”
Dessa forma, sob efeito do álcool, dizia que se transformava. “Quando eu bebia, eu era outra pessoa. Se eu quisesse ficar com alguém, eu ia e chegava. Já chegava pedindo uma dose de whisky.”
As consequências vinham no dia seguinte. Muitas vezes, ela só descobria o que havia feito depois. “Na outra noite eu só ficava sabendo do que eu tinha feito na noite anterior. Algumas vezes já cheguei a ser levada para casa bêbada, sem conseguir ficar em pé.”
A quarta-feira cinza
Durante o Carnaval eram dias de euforia. Mas, quando a festa acabava, a realidade voltava com força. “Quando eu tirava a máscara do Carnaval, vinha a tristeza, vinha a solidão, o vazio. Eu me olhava no espelho e tinha vergonha do que eu via.”
Ela reconhece que colocava a culpa na bebida, mas sabia que a decisão era dela. “Eu falava que a bebida me transformava, mas a culpa era minha. Eu prometia que não ia mais beber e acabava bebendo.”
Apesar de buscar um relacionamento sério ao longo do ano, tudo parecia desmoronar nas festas. “Eu buscava felicidade, queria ser respeitada. O meu sonho era ter uma família. Mas quando chegava o Carnaval, eu jogava tudo pro alto.”
Os namoros raramente passavam de três ou quatro meses. “Eu não era feliz sozinha. Tive vários namoros frustrados, não dava certo com ninguém.”
O que mudou nas palestras
Patrícia chegou às palestras acompanhando a mãe, inicialmente com a esperança de encontrar alguém. Mas o que ouviu ali mudou sua perspectiva. “Eu cheguei querendo encontrar alguém. Só que, com o tempo, eu fui entender que primeiro eu precisava ser feliz comigo mesma.”
Ela afirma que aprendeu a se valorizar e a se respeitar. “Eu buscava isso nos carnavais, ficando com um e com outro. Achava que estava sendo valorizada. Mas entendi que o respeito começava primeiramente de mim.”
Segundo ela, a mudança foi interna. “Eu mudei o meu interior, o meu pensamento sobre mim mesma. Eu não precisava da bebida para ser feliz.”
Depois de um período focada em si, uma amiga apresentou Fernando.
Um namoro com propósito

Fernando conta que também chegou às palestras por influência da mãe e que encontrou ali direção para a vida desde cedo. “Eu praticamente não conheci o mundo, porque o que eu encontrei nessa palestra já me preencheu.”
O namoro seguiu sem atropelos. “Sempre foi um namoro sério. Sempre a respeitei como mulher, como uma pessoa certa.”
Seis meses depois, ele aproveitou a visita dos pais dela para tomar uma decisão. “Foi a oportunidade que eu tive de pedir ela em casamento. Falei com o pai e com a mãe dela e pedi a mão dela.”
Um ano e meio depois, eles se casaram e hoje, Fernando resume: “A Patrícia é o amor da minha vida. Eu amo ela como mãe, como companheira, como esposa. É a pessoa que eu quero ter para o resto da minha vida.”
Para ver como está a vida do casal hoje e conhecer mais detalhes dessa história, assista ao vídeo abaixo:
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