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Notícias | 19 de julho de 2018 - 23:00


Como curar a ferida profunda da rejeição

Compareça nesta sexta-feira ao encontro para combater o mal que destrói centenas de vidas

Amar alguém, querer estar perto dessa pessoa e não ser correspondido. Só quem viveu a dor da rejeição sabe como ela pode ser destrutiva, gerando sentimentos ruins, como ódio, mágoa e tristeza profunda.

De acordo com um estudo americano, a dor de ser desprezado pela pessoa amada pode ser semelhante à de ter que deixar um vício. Por isso, muitas pessoas têm tanta dificuldade de superar o fim de um relacionamento.

Há aquelas até que praticam atitudes extremas, por não aceitarem ser preteridas. “É comum passar pela cabeça de quem foi rejeitada a ideia de cometer uma loucura contra ela mesma ou com pessoas ao seu redor, pensamentos obsessivos e possessivos. Por trás dessas ideias fixas existe um espírito maligno que precisa ser expulso para tudo isso sair”, afirma o Bispo André Cajeu.

A jovem Érica viveu esse drama por muitos anos em casa, durante a adolescência e em relacionamentos. “Quando perdi minha mãe, aos 12 anos, me percebi sozinha, com familiares querendo me colocar em orfanatos. Tentava conseguir emprego, mas era humilhada, ninguém acreditava em mim”, lembra. Dessa forma ela se anulava e se sentia cada vez mais rejeitada e diminuída.

Acompanhe no vídeo abaixo como ela conseguiu mudar essa situação e vários outros depoimentos de pessoas que venceram o problema:

Participe da “Sessão do Descarrego” voltada para pessoas que sofrem com rejeição e esfriamento. Ela acontecerá nesta sexta-feira, no Templo de Salomão, às 10h, 15h e 20h, na Avenida Celso Garcia, 605, Brás, zona leste de São Paulo.


  • Por Rafaella Rizzo / Foto: iStock 


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