Centenas de brasileiros estão sendo cobrados a devolver valores do Auxílio Emergencial recebidos indevidamente

Entenda por que a mentira corrói o caráter e a importância de ser uma pessoa de palavra

Imagem de capa - Centenas de brasileiros estão sendo cobrados a devolver valores do Auxílio Emergencial recebidos indevidamente

Centenas de brasileiros estão sendo cobrados a devolver valores do Auxílio Emergencial recebidos indevidamente. Desde março, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) vem notificando 177,4 mil famílias que devem restituir à União cerca de R$ 478,8 milhões pagos durante a pandemia de Covid-19.

Essas cobranças ocorrem nos casos em que foram detectadas irregularidades, como vínculo de emprego formal, recebimento de outros benefícios ou renda familiar superior ao limite legal. Além disso, quem não quitar o débito dentro do prazo pode ser inscrito na Dívida Ativa da União e ter o nome negativado.

Embora o governo assegure o direito à defesa e permita parcelamento, a situação levanta uma reflexão necessária e urgente: o valor da palavra verdadeira e o que ela revela sobre o caráter de uma pessoa. 

A mentira que corrói o caráter

Em meio a esses casos, o Bispo Adilson Silva, no programa Obreiros em Foco, trouxe uma reflexão profunda sobre o tema da honestidade e da palavra. O Bispo lembrou que a mentira, ainda que pareça pequena, tem o poder de destruir a credibilidade de quem a pratica. Segundo ele, “mentira nem de brincadeira”.

Para aqueles então que creem na Palavra de Deus, é essencial manter a palavra e agir com transparência, pois “se eu falhar com a minha palavra, como posso esperar que as pessoas acreditem em mim quando falo de Jesus?”.

Além disso, o Bispo citou exemplos práticos, como o de quem apresenta atestado falso para faltar ao trabalho. Ele enfatizou que esse tipo de atitude é inconcebível para quem representa a fé cristã, já que a integridade deve estar presente até nos menores detalhes do cotidiano.

Palavra e testemunho: duas faces de uma mesma verdade

Por outro lado, quando alguém honra a própria palavra, ela demonstra o caráter de Deus dentro de si. O Bispo Adilson lembrou o exemplo bíblico de Davi, que manteve sua promessa a Jônatas, mesmo após a morte do amigo (2 Samuel 9). Essa fidelidade mostra como a verdade e o compromisso caminham juntos.

De acordo com ele, “a palavra e o testemunho precisam andar lado a lado. Se há desequilíbrio entre o que se fala e o que se vive, a palavra perde o valor”.

Em outras palavras, quem fala sobre a verdade precisa viver na verdade, e quem prega sobre justiça precisa praticar a justiça. Assim, o cristão não apenas fala de Deus, mas também O representa através do próprio comportamento.

Além disso, o Bispo recordou um ensinamento do Bispo Macedo:

“Mentira nem de brincadeira. No céu não há mentira, nem de leve, nem por diversão.”

Essa observação reforça o quanto a vida reta e verdadeira é indispensável para quem deseja servir a Deus com sinceridade.

O preço de não ter palavra

Contudo, a falta de palavra tem consequências sérias, tanto no mundo físico quanto espiritual. O Bispo Adilson lembrou que os mentirosos não herdarão o Reino dos Céus (Apocalipse 21:8). Ou seja, a mentira — mesmo disfarçada de “jeitinho” — separa o homem da presença de Deus.

“Quem é de Deus, mesmo com limitações, mostra a verdade, enfrenta e honra seus compromissos”, afirmou. Ele explicou que o verdadeiro problema não está em ter dificuldades financeiras, mas em esconder-se delas ou usar da corrupção para levar vantagem. O cristão deve ser honesto até em momentos de escassez, pois a verdade preserva a fé e o respeito.

Além disso, o Bispo alertou que muitas pessoas hoje estão “vacinadas contra o Evangelho” justamente por causa dos maus exemplos de quem afirma crer em Deus, mas não vive conforme o que prega. A incoerência entre palavra e atitude destrói a credibilidade e afasta as pessoas de Deus.

De mentiroso compulsivo a homem transformado

Confira abaixo, o testemunho de um ex-mentiroso compulsivo que, durante anos, viveu uma vida dupla — dentro da igreja, fingia ser um bom cristão, mas fora dela, se entregava a vícios e à mentira.

  • “Eu mentia tanto que a mentira não era algo que eu fazia; eu era a própria mentira”, relatou.

Para manter as aparências, escondia seus pecados da família, dos amigos e de Deus. Com o tempo, essa vida o levou à destruição: crises de ansiedade, pânico e vazio espiritual.

O ponto de virada veio quando, após uma crise intensa, ele orou dentro de uma ambulância, pedindo apenas uma chance para mudar.

  • “Se o Senhor me fizer chegar em casa vivo, eu prometo mudar”, disse a Deus.
  • Assista ao depoimento completo e saiba como essa mudança foi possível:

Reflita e participe

Diante disso, é hora de refletir: qual tem sido o valor da sua palavra? Você tem sido fiel nos compromissos e verdadeiro nas pequenas coisas?

A mentira pode até parecer um atalho, mas sempre leva à perda da credibilidade e da comunhão com Deus. Portanto, busque viver na verdade e peça a Deus forças para manter sua palavra firme, mesmo diante das dificuldades.

Faça isto:

Participe das reuniões na Universal aos domingos, às 7h, 9h30 e 18h, no Templo de Salomão ou em uma Universal perto de você (encontre o endereço clicando aqui) e aprenda, na prática, como construir uma fé sólida, íntegra e baseada na verdade.

Em cada templo da Universal, há uma mensagem de fé e transformação esperando por você. Permita que Deus molde o seu caráter e restaure o valor da sua palavra.

 

imagem do author
Colaborador

Cinthia Meibach / Foto: Gov.br