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Notícias | 25 de outubro de 2020 - 00:05


Casamento: força da família, poder da sociedade

Estar alinhado com Deus é essencial para que o relacionamento do casal tenha o alicerce necessário. Só assim ele se torna resistente às crises da vida e ao comodismo que pode levar à separação, além de influenciar positivamente as novas gerações

Casamento: força da família, poder da sociedade

Desde o início da quarentena por causa da pandemia do novo coronavírus, o índice de divórcios aumentou muito no mundo. Entre os brasileiros a alta foi de 54% entre maio e julho deste ano, segundo o Colégio Notarial do Brasil, entidade que representa os cartórios no País.

Na opinião do psicólogo Yuri Busin, de São Paulo, “muitos cônjuges não conheciam 100% um ao outro. Temos comportamentos diferentes de acordo com o círculo frequentado (colegas, amigos, família) e durante a pandemia algumas pessoas tiveram um choque.

Para muitos foi a primeira chance de ver seu marido ou esposa atuando em outros círculos, como o de trabalho, o que causou mais admiração pela pessoa ou decepcão”.

Além disso, de acordo com Busin, “alguns casais já não viviam muito bem juntos, com uma conexão fraca, não conversavam sobre o relacionamento ou sobre outros temas que acabaram tendo que encarar durante a pandemia”.

Busin também pontua algo que é vital: “espiritualmente, o casal deve estar alinhado. Isso traz respeito e entendimento. A pandemia deu a chance de alguns se alinharem e isso fez com que se amassem ainda mais. Assim, o casal permanece unido mesmo durante as maiores crises, um protegendo as costas do outro”.

Humildade no casamento
O Bispo Renato Cardoso orientou durante uma reunião no Templo de Salomão, em São Paulo, que “quando o casal quer acertar, procura sempre o melhor caminho, como qual a melhor forma de ser o melhor marido ou a melhor esposa ou qual a melhor forma de se comunicar, dialogar, de resolver problemas.”

Segundo ele, é preciso resolver essa equação com sensatez: menos orgulho e mais humildade, menos egoísmo e mais parceria. “Melhorar é uma busca incessante e humilde. Não é decidir pelo outro e o anular. Para evoluir e aprender, é preciso estar aberto a novas ideias e perguntar ao outro quando necessário, pois são duas cabeças diferentes que precisam estar em acordo”. Essa é, na visão dele, “a forma de estabelecer um casamento com condições plenas para cumprir seu genuíno papel e contribuir para uma sociedade mais sustentável.”

Além disso, para que haja de fato entendimento entre o casal, não basta que sejam somente os dois. É preciso que Deus faça parte formando um triângulo amoroso, um cordão de três dobras, como relatam os depoimentos a seguir.

Família à beira da falência
Fauze e Adriana Orlandi, (foto abaixo) respectivamente de 45 e 49 anos, de Guarulhos, São Paulo, estão juntos há sete anos. “Os primeiros três anos foram de muita briga e confusão”, explica Adriana. “Eu era viciada em remédios, tinha depressão profunda e transtorno obsessivo-compulsivo. Me blindava de receber qualquer tipo de ajuda e deixava a desejar como esposa.”

casamento: força da família, poder da sociedade

Com isso, Fauze começou a beber em encontros com amigos e outras mulheres. “Estava casado, mas queria uma vida de solteiro”, diz ele.

“Chegamos a ter brigas enormes, inclusive físicas”, conta Adriana. “Eu até disse a ele: ‘se eu não melhorar, ou eu mato você ou você me mata’. Nos separamos. Eu ficava muito nervosa, brigava com todos. Pensei até em suicídio, mas vi a programação da Universal na TV e fui ao Templo de Salomão.”

Lá, Adriana conversou com um Bispo e ficou surpresa com o que ouviu. “Eu contei minha situação e que queria meu casamento de volta.

O Bispo me falou que eu deveria esquecer que tinha marido. Fiquei espantada, mas ele explicou que quem precisava de ajuda era eu.

Cuidar de mim primeiro era a única forma de ter minha família de volta.”

Adriana teve que quebrar seu orgulho “Tive que reconhecer que precisava de Deus. Participei das reuniões, me submeti aos ensinamentos que ouvia e me propus a mudar. Na quarta semana de participação nas reuniões já não tomava mais meus remédios e não agia mais de maneira agressiva. Fiz minha parte e Deus fez a dEle. As pessoas teimam em usar a força do próprio braço e não a força que vem da fé.”

A mudança de comportamento dela fez com que seu marido desejasse não apenas retomar o relacionamento, mas também mudar.

“Trouxe meu marido para perto de mim e ele veio para perto de Deus. Já são quatro anos em uma nova vida.”

Essa transformação na relação manteve o casal longe dos problemas que atingiram os casamentos na pandemia. Eles não fazem parte das estatísticas de separações. “Trabalhamos juntos como corretores de imóveis e já convivíamos 24 horas por dia, o que nos ajudou muito”, diz Adriana.

Fauze ainda acrescenta: “o aprendizado é constante. Com o que aprendemos nas reuniões da Universal, na Escola do Amor e com a bênção dos casais aos domingos, fomos adquirindo mais experiência, compatibilidade e sabedoria para entendermos um ao outro”.

Hoje as pessoas ficam admiradas com eles, conta Adriana: “elas veem a diferença por estarmos sempre juntos e sem brigas. Respeitamos as diferenças de opinião e sabemos ceder quando devemos. Se não fosse a direção de Deus, hoje eu não estaria com meu marido”.

“Não havia obediência”
O cabeleireiro Adilson Belo, (foto abaixo) de 40 anos, e sua esposa, Kelly, de 35 anos, ambos de São Paulo, se conheceram bem jovens e logo se tornaram pais. “Eu ainda não gostava dela e éramos inexperientes. Minha sogra criou nossa filha nos primeiros dois anos. Tentamos morar juntos três vezes, sem sucesso”, conta Adilson.

casamento: força da família, poder da sociedadeTrês anos depois de se conhecerem, Adilson começou a frequentar a Universal. “Nos casamos e conseguimos criar nossa filha. Só que a Kelly ia comigo à Igreja mais como companhia, mas não se entregava. Começamos a ter problemas, pois não havia obediência. Esfriei também. Não lia mais a Bíblia, não orava e o mundo começou a me atrair.”

Esse assédio passou a atingi-lo intensamente. “Uma vez uma mulher me beijou e aquilo mexeu comigo. Contei à Kelly e queria ir embora, mas ela me pediu uma chance e dei. A partir daí, ela passou a buscar a Deus de fato e de verdade.”

A atitude de Kelly o tocou: “eu decidi me entregar também. Pedi perdão a ela e a Deus. Hoje temos um casamento realmente feliz. Não tenho do que reclamar.Tenho uma esposa maravilhosa, que cuida da casa e da família comigo”.

Tudo aconteceu depois que o casal tomou a maior das decisões, relata Kelly: “no momento mais difícil, fiz de Deus meu maior amor. Não foi fácil, mas me tornei alguém que nem eu pensava que poderia ser. Mesmo na pandemia, nos cuidamos e nos fortalecemos, pois sabemos contar com Deus”.

“Ele tentou atirar em mim”
Ainda muito jovem, Silvana Zanzini, (foto abaixo) de 56 anos, se casou com Milton Oliveira, de 54 anos. O casal paulistano tinha origens economicamente diferentes. Ele era de família humilde, o que lhe provocava insegurança, mas, em vez de valorizar a esposa, Milton a criticava.

 

casamento: força da família, poder da sociedade“Nosso casamento era um inferno. Eu tinha perturbações espirituais, descontava as frustrações em todos e acabava batendo nas crianças.

Eu era nervosa, briguenta, muito ciumenta e tinha a habilidade de irritar o Milton profundamente. Ele começou a beber muito, andava armado, agitado e começou a me maltratar. Certa ocasião, tentou até atirar em mim e a bala passou a menos de um palmo de minha cabeça”, conta Silvana.

As brigas físicas aconteciam frequentemente e Silvana destaca que, por causa do seu sobrepeso, o marido a ofendia. Para solucionar os problemas, eles tentarem participar das reuniões da Universal. “Tentamos ir à Igreja por um tempo, mas não fazíamos em casa o que aprendíamos nas reuniões. Nossas famílias interferiam muito e isso nos colocava ainda mais um contra o outro. Saímos da Universal, mas meu filho não.” Um dia, ele convidou Milton para ir ao Templo de Salomão. A partir daí, ele começou a mudar totalmente.

Milton explica que a família buscava a felicidade, mas não tinha como viver bem sem que houvesse mudança de ambos. “Só tinha um jeito: ter Deus no casamento de fato. Deixamos os conselhos familiares de lado e nos concentramos em nossa família. Soubemos que havia uma força maligna por trás de tudo que dava errado. Colocamos em prática a fé e vimos resultados. A Terapia do Amor nos trouxe um relacionamento saudável. Se temos um problema, sentamos e conversamos. Somos parceiros de verdade nas decisões. Ela foi a parte mais forte, pegou firme depois de ver minha transformação.”

Silvana fala como vivem hoje: “ele é carinhoso, se preocupa com a família e sempre tem tempo para nós, por mais ocupado que esteja, e fico muito feliz. Já faz seis anos que estamos firmes com Deus e com uma paz interior que não tínhamos. O amor familiar foi reconquistado e nos esforçamos em prol do bem-estar em nosso lar.”

A pandemia do novo coronavírus não causou neles o mesmo efeito que em outros casais e Silvana tem uma preocupação extra: ela é auxiliar de enfermagem em um hospital estadual. “Estou bem perto da doença, mas nos apoiamos e nos cuidamos. O Milton também não parou de trabalhar, pois tem uma oficina de carros, considerado um serviço essencial. Oramos juntos antes de sair de casa, nos protegemos, nos ungimos e vamos para a guerra”, diz.

Ela deixa um conselho para os casais que estão em conflito e leem esta reportagem: “digo a eles que não desistam do seu casamento. Na Universal aprendi a ter sabedoria, entendimento e não tiro mais a paz de espírito de meu esposo. Hoje passo a ele tranquilidade e apoio. Estou sempre participando das palestras da Terapia do Amor”.

Um lar estruturado
Enquanto muitos se casam e só quando os problemas chegam recorrem a Deus em busca de socorro, há uma geração na Universal dos que cresceram em um lar cristão, viram o amor e o respeito entre os pais em ação e buscam a Deus antes de se casar.

O administrador David Corrêa, (foto abaixo) de 24 anos, de Alvorada, no Rio Grande do Sul, sabe que nasceu em um lar estruturado e na Presença de Deus. “Ainda criança aprendi que primeiro temos que ser como a pessoa que queremos ao nosso lado. Assim, busquei praticar isso, como aprendi na Terapia do Amor e pelo exemplo em casa.”

casamento: força da família, poder da sociedade

David está na reta final dos preparativos para o casamento no fim de dezembro com Meriane Costa, de 26 anos. “Antes de conhecer minha noiva tive diversas oportunidades de seguir um caminho que não me traria felicidade. Tive que ouvir a razão, não meu coração e a ansiedade, e obedecer. Sempre busquei a pessoa certa por meio de sacrifícios na Fogueira Santa.”

Ele explica o que chamou a atenção dele em Meriane: “o comportamento, a lealdade a Deus, como ela vê a família, seus planos e objetivos.

Assim tive certeza de que ela é a pessoa ideal. Nunca tivemos atritos, conversamos sobre tudo e buscamos nos entender. Sabemos que depois de Deus somos a prioridade um do outro”.

Entretanto Meriane conta que o que David viu nela é resultado de muitas lutas: “tive muitos conflitos na vida sentimental, mas resolvi me entregar a Deus. Precisei ser paciente e lutar contra a ansiedade. Participei das palestras da Terapia do Amor, sacrifiquei a cada Fogueira Santa e não abri mão dos meus princípios, propósitos e valores e, como o Altar não deve nada a ninguém, encontrei um amor para mim”.

Ela conta o que David a ajudou a enxergar: “ele me mostrou que crer e acertar antes de precisar errar e sofrer é uma escolha, que ela é possível e que vale a pena. Colocamos em prática tudo o que aprendemos na Terapia do Amor, construindo juntos, felizes e colhendo os bons frutos das escolhas da adolescência”.

“Felizes para sempre”
Para esses e todos os outros casais vale o que a Palavra ensina sobre o amor a Deus e ao próximo, como explana o Bispo Renato Cardoso: “quanto mais longe vocês estiverem de Deus, mais longe estarão um do outro e da felicidade conjugal. Se vocês querem viver ‘felizes para sempre’, lembrem-se do ‘triângulo amoroso’ e não se afastem de Deus”.

A família é a célula mater (mãe, em latim) da sociedade. É com os familiares que o indivíduo aprende a ser um cidadã, recebe proteção, limites e as noções de direitos e deveres. Se a família – que começa com um casal – não vai bem, isso reflete na sociedade. A instituição familiar, como Deus a concebeu, vem sendo atacada pelo mal e suas ferramentas para desestabilizar as pessoas e torná-las presas fáceis para o mundo.

Se você precisa de ajuda para resgatar seu relacionamento, procure a Universal mais próxima (confira endereços na página 32). Aos domingos ocorre uma palestra para auxiliar na convivência entre o casal. No Templo de Salomão, ela é conduzida pelo Bispo Renato e sua esposa, Cristiane. Você também pode assisti-la na plataforma Univer Vídeo (univervideo.com).


Casamento: força da família, poder da sociedade
  • Marcelo Rangel / Fotos: Getty images e Demetrio Koch 


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