Carnaval: entre a festa popular e os riscos espirituais invisíveis

Por trás do brilho, da música e da alegria, cresce um cenário de violência, excessos e fragilidade espiritual que exige atenção e vigilância

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Enquanto o Brasil se prepara para o chamado “maior espetáculo da Terra”, a fé entra em um período que exige atenção redobrada e vigilância espiritual. Meses antes do carnaval, cidades como Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo intensificam os preparativos com fantasias, carros alegóricos, músicas e coreografias que atraem milhões de pessoas. No entanto, à medida que a festa cresce, a fé passa a disputar espaço com excessos, e por trás do brilho dos desfiles e dos bloquinhos existe uma realidade que nem sempre ganha destaque.

O outro lado da festa

Embora seja considerada a principal manifestação cultural do país, o carnaval também expõe uma face marcada por tragédias, problemas sociais e consequências drásticas que surgem durante e após as festividades. Especialistas apontam que, nesse período, há aumento nos registros policiais, impulsionado principalmente por aglomerações, consumo excessivo de álcool e drogas e a falsa sensação de permissividade.

Consequentemente, furtos, roubos, agressões e conflitos entre foliões tornam-se recorrentes. Trata-se de uma atmosfera perturbadora que, para muitos, vai além do mundo físico.

Violência e assédio em evidência

Além disso, um dos pontos mais preocupantes do carnaval é o aumento dos casos de assédio e violência sexual. Dados levantados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do SINAN, indicam que é durante o carnaval que se concentram os maiores registros de estupro no Brasil. Em 2020, por exemplo, as notificações cresceram cerca de 50%, e mais da metade dos crimes foi cometida por pessoas alcoolizadas.

Muitas vítimas, porém, não denunciam por medo ou vergonha, o que dificulta estatísticas mais precisas. Ainda assim, pesquisas apontam que, nos últimos 12 meses, mais de 1,5 milhão de pessoas foram vítimas de ofensas sexuais no país.

Liberdade ou libertinagem?

Somado a isso, o período também favorece relações sexuais casuais, muitas vezes sem proteção, aumentando o risco de doenças sexualmente transmissíveis, como HIV e outras DSTs. A exaltação da sensualidade, amplamente explorada em desfiles, músicas, propagandas e alegorias, levanta um debate inevitável: até que ponto se trata de liberdade ou de libertinagem?

Para muitos, é apenas arte e diversão. Para outros, trata-se de um ambiente que incentiva excessos, banaliza valores e fragiliza limites.

Impactos emocionais e espirituais

Diante desse cenário camuflado por cores e alegria, surgem danos que não são facilmente visíveis. Em muitos casos, os impactos não se limitam ao campo psicológico, mas alcançam também a vida espiritual. O uso de entorpecentes, o clima de prazer a qualquer custo e a carga emocional coletiva fazem com que muitos acreditem que esse seja um período delicado, que exige atenção redobrada.

Segundo essa visão, tais fatores podem gerar conflitos mentais e enfraquecer a comunhão com Deus, tornando a vida espiritual mais vulnerável.

Assista ao vídeo e saiba mais:

Um período que exige atenção e posicionamento espiritual

Por isso, a Universal realizará a campanha “7 Dias de Libertação”, que acontecerá de 12 a 18 de fevereiro, justamente durante o carnaval. A proposta é oferecer orientação espiritual, libertação e fortalecimento da fé para todos que desejam vencer lutas espirituais e preservar a comunhão com Deus.

Se você deseja proteger sua vida espiritual, sua família e suas decisões, participe de uma reunião na Universal. Aproveite esse período para buscar a Deus, fortalecer sua fé e receber direção para vencer as lutas espirituais.

Procure uma Igreja Universal mais próxima de você.

Acesse: universal.org/localizar para horários e endereços.

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Colaborador

Sabrina Marques / Foto: iStock