As mentiras que alimentaram o preconceito

Durante anos, Thiago Vieira acreditou em fake news sobre a Universal e desenvolveu uma forte rejeição à Igreja

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O montador de veículos Thiago Vieira, de 37 anos, cresceu em uma família católica e alimentava um forte preconceito contra a Igreja Universal, influenciado pelas fake news que ouvia.

Thiago ouvia histórias absurdas sobre a Universal, como a de que os pastores eram ladrões, faziam lavagem cerebral e passavam o tempo contando notas de cem reais. Também diziam que as pessoas pagavam para atirar pedras em uma cruz e que os melhores lugares da Igreja eram reservados a quem tinha dinheiro. “Eu achava tudo um absurdo. Tinha um ódio e uma rejeição muito grandes”, lembra.

Quando começou a namorar uma frequentadora da Igreja, passou a acompanhá-la às reuniões apenas para agradar à família dela. No entanto, impôs uma condição: “Se nos casarmos, esquece a Igreja Universal. A gente não vai mais”. E assim aconteceu.

Com o tempo, o casamento passou a ser marcado por brigas, agravadas pelos vícios de Thiago em cigarro, bebidas alcoólicas e pornografia. As dificuldades aumentaram após o nascimento dos filhos e, depois de quatro anos de relacionamento, o casal decidiu se separar.

Ele abriu mão do preconceito

Em busca da restauração da família, Thiago decidiu voltar à Universal. Contudo, compreendeu que, antes de tudo, precisava buscar a salvação da própria alma. Entregou a vida ao Senhor Jesus, abandonou os vícios e teve o casamento restaurado. “Hoje sou um homem completamente diferente e tenho paz, alegria e vida de verdade”, conclui.

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Autor

Camila Dantas / Foto: Reprodução