As duas maiores guerras que o ser humano enfrenta
Entendê-las vai mudar a sua maneira de agir e reagir, especialmente diante dos problemas com a pessoa amada
Existem duas guerras que todo ser humano enfrenta. E se vencidas, os problemas com a pessoa amada serão minimizados, se não, zerados. O Bispo Adilson Silva, em companhia da esposa Rosana, durante a palestra da Terapia do Amor, realizada na noite de quinta-feira (23) no Templo de Salomão, em São Paulo, tratou sobre o tema.
Primeira: Guerra contra o próprio eu
Sobre isso o apóstolo Paulo disse: “Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço”. Romanos 7.15
Sacrificar é não fazer aquilo que se deseja, mas que desagradará a Deus; e também é fazer aquilo que muitas vezes não se quer, mas que agrada a Deus. O mesmo é válido para com o cônjuge. O Bispo enfatizou que estes sacrifícios servem para o casal ter comunhão.
“Só fazer o que se quer em uma relação significa perder para si mesmo. Enquanto não vencer o seu eu, não será feliz no amor”, pontuou. Com ou sem vontade é preciso fazer o que é certo. E para vencer a si mesmo é preciso ser forte. “Se você não está preparado para perder, vencendo o seu eu, também não está preparado para ganhar”, completou.
E, quanto aos solteiros, o Bispo ensina que o termômetro é o seu relacionamento familiar.
“Se com eles (os familiares) você só faz o que quer já é um sinal do tipo de cônjuge que será. Doutrine-se e aprenda a negar o seu eu, porque isso será um sinal de que está pronto para conviver com a pessoa amada”, afirmou.
Segunda: Guerra espiritual contra o mal
“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” Efésios 6.12
O Bispo ressaltou que o cristão não está habilitado para lutar contra pessoas, mas, contra o inferno. E que o cônjuge está no mesmo time. O inimigo não é o cônjuge, e sim, o diabo.
“Lutar contra a carne é tentar mudar o outro com a força do seu braço”, destacou o Bispo. Ele ainda exemplificou que mágoas, acusações e agressões físicas são as provas disso. E que é necessário, sim, usar armas espirituais, ou seja, as estratégias de Deus, como jejuns e orações.
Assista no vídeo abaixo à reunião na íntegra:
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