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Notícias | 25 de abril de 2018 - 03:00


A notícia que a mídia se recusa a dar

Pessoas aprendem a usar a fé ao assistirem “Nada a Perder”

Que o filme “Nada a Perder”, que conta a história real do Bispo Edir Macedo, tem dado o que falar todos já sabem.

Que o recorde de bilheteria é fato incontestável, mas que boa parte da imprensa insiste em contestar, também não é novidade.

E enquanto eles perdem o precioso tempo deles insistindo em fazer críticas negativas perdem a oportunidade de noticiar o que de fato é importante e merece ser alardeado aos quatro ventos e assim prestar um excelente serviço de utilidade pública à população.

Considerando que no Brasil é comum pessoas morrerem nos corredores dos hospitais à espera de atendimento, que a espera por uma simples consulta no sistema Único de Saúde (SUS) pode durar meses, pessoas sendo curadas de doenças crônicas ao assistirem a uma simples sessão de cinema, deveria, no mínimo, despertar a curiosidade da imprensa para, ao menos, procurar apurar esses acontecimentos inusitados.

Depois do que viu e ouviu, avalie você mesmo se vale a pena dar crédito a tudo que é veiculado, não somente com respeito ao filme “Nada a Perder”, mas a qualquer informação que é difundida – muitas vezes de forma maliciosa -, sem antes ouvir a outra parte envolvida.

Se despir do velho preconceito para praticar um jornalismo de verdade, em vez de manter o mesmo olhar de hostilidade e de pré-julgamento que já dura décadas, certamente seria uma atitude bem mais proveitosa.

Diariamente, tomamos conhecimento de pessoas que tiveram uma experiência com Deus, foram curadas e transformadas por meio da fé ao assistirem ao filme “Nada a Perder”.

É o caso de Susan, que sofria desde os 14 anos com fortes dores na coluna, a ponto de não dormir à noite. Ela conta que teve sua fé despertada ao assistir ao longa. Especialmente, durante as cenas em que, diante de grande sofrimento e injustiça, o Bispo manifesta a fé sobrenatural. “Hoje, todos os dias, eu acordo agradecendo a Deus porque acordo sem nenhuma dor”.

Richardson era dependente químico, mas, ao acompanhar a história de superação e fé do Bispo Macedo, foi tocado por Deus e creu que a vida dele também poderia ser transformada.

Assista ao vídeo abaixo e acompanhe esses e outros relatos:

.

Se você ainda não assistiu ao filme, assista. Não precisa gostar da Universal e do Bispo Edir Macedo para isso, basta apenas vencer o preconceito e estar aberto para ouvir o outro lado, que, aqui entre nós, é um ótimo exercício democrático.


  • Por Jeane Vidal / Foto: Demétrio Koch 


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