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Notícias | 9 de Janeiro de 2022 - 00:05


A força do voluntariado: fazer o bem faz bem

Conheça a importância do trabalho voluntário e saiba por que ajudar o próximo beneficia você

A força do voluntariado: fazer o bem faz bem

Ajudar ao necessitado, ser útil a alguém, doar tempo, oferecer palavras de apoio e conforto e levar alimento físico e espiritual. Ser voluntário é fazer o bem e se importar com vida e a dor do outro. Quem estende a mão para ajudar uma pessoa também gera benefícios para si mesmo. Como já dizia o rei Davi: “Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre; o Senhor o livrará no dia do mal.” (Salmos 41.1).

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos e divulgada pela Biblioteca Nacional de Medicina (National Library of Medicine) mostrou que voluntários apresentam uma carga de estresse muito menor em comparação a não voluntários, além de obterem maior equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Já o estudo norte-americano da Universidade de Michigan concluiu que quem faz um trabalho voluntário vive em média quatro anos a mais.

Em entrevista à Folha Universal, a psicóloga clínica Sandra Almeida, pós-graduada em medicina comportamental, aponta vantagens percebidas em pessoas que atuam em favor de outras: “bem-estar, aprendizado, longevidade, autoestima, melhora nos relacionamentos e sentimento de pertencimento. Além disso, o voluntariado é capaz de tornar a pessoa mais empática, mais tolerante, realizadora, mais grata à vida e ao que possui”, diz.

Ela diz ainda que entrar em contato com uma realidade diferente da sua faz a pessoa se sentir importante na sociedade, além de ampliar a visão de mundo e trazer inspiração para lidar com os próprios problemas. “É importante buscar algo que você ajude a fazer com prazer. Quando contribuímos com algo, nos sentimos úteis e esse sentimento afeta nossa autoestima de maneira positiva. Quando melhoramos a vida de outras pessoas, melhoramos nossa própria existência”, conclui.

Assistência a quem mais precisa
A pandemia de Covid-19 e a consequente crise econômica evidenciaram as desigualdades sociais e famílias carentes necessitaram de ações rápidas. Sabendo dessa urgência, os 17 programas sociais da Igreja Universal realizaram quase 1,3 milhão de ações ao longo de 2021, entre socorro emergencial e atendimento espiritual.

Os programas prestaram assistência a 639 mil detentos e seus familiares, 268 mil viciados em álcool e outras drogas, 1 milhão de pessoas em situação de rua, 2,6 milhões de jovens, 821 mil idosos, 90 mil menores que cumprem medidas socioeducativas e 1,4 milhão de moradores de comunidades carentes. Em 2021, quase 369 mil pessoas atuaram como voluntárias em projetos da Universal no Brasil. Os dados são do Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal (UniCom). Veja mais dados nas
páginas 28 e 29.

A satisfação de ajudar
Entre os inúmeros voluntários está o segurança Rafick Souza de Oliveira, (foto abaixo) de 30 anos, morador de Itaquera, na zona leste da cidade de São Paulo. Ele conta que chegou à Universal doente e desenganado pela medicina. Ele era viciado em cocaína e tinha depressão. Seu casamento se resumia a brigas e a agressões físicas, que seus dois filhos menores sempre presenciavam. “Cheguei com a vida destruída, peguei firme nas correntes de cura e libertação, aprendi a usar a fé e fui curado e me libertei dos vícios. Me batizei nas águas, recebi o Espírito Santo e hoje sou um novo homem. Vivo bem com minha esposa e filhos. Somos felizes”, explica.

Grato pela nova vida, ele afirma que sentiu um grande desejo de ajudar pessoas sofridas como um dia ele foi e, por essa razão, se tornou voluntário no grupo Anjos da Madrugada, um dos projetos da Evangelização (EVG), que realiza ações solidárias voltadas aos moradores de rua semanalmente em todo o Brasil. “No Anjos da Madrugada, encontramos pessoas de todos os tipos em situação de rua: são professores, profissionais da saúde, pais de família, pessoas que chegaram a essa situação depois de uma perda familiar ou financeira ou por causa dos vícios. Levamos a elas alimentos, cobertores, kits de higiene, contamos nossos testemunhos e, com a Palavra de Deus, levamos alimento espiritual. Como voluntário, tenho aprendido muito. Quando estendemos as mãos para quem está sofrendo, nós também somos ajudados, pois alimentamos nosso espírito, nossa fé e nossa comunhão com Deus”, afirma.

A alegria de ajudar o próximo também faz parte da vida da biomédica Stella Gonçalves Cavalcante, (foto abaixo) de 28 anos, que chegou na Universal em 2017 e há quase três anos é voluntária no Grupo da Saúde (GSU), que leva apoio emocional e espiritual a doentes, familiares e profissionais de saúde. “Eu entrei no grupo porque via a lacuna espiritual que existe em alguns profissionais de saúde e, assim como eu tinha vários problemas, via que colegas sofriam com as mesmas coisas. Eu queria ajudar não só os que estavam próximos de mim mas também profissionais que eu nem conhecia. Como sou profissional de saúde, conheço bem o que as pessoas que estão em situação de enfermidade e internação sentem”, diz.

Ela destaca que estudos científicos comprovam que a Fé é um diferencial no processo de cura e recuperação de enfermos e que esse também é o papel do Grupo da Saúde. “Levamos palavras de conforto e fé e percebemos que isso faz total diferença na recuperação deles. É como diz a Palavra de Deus: ‘mais bem-aventurada coisa é dar do que receber’. (Atos 20.35). Nós, voluntários, ganhamos muito mais do que eles. Ver que o que você falou e fez por aquela pessoa gerou uma diferença vale muito! É isso o que nos move e faz com que continuemos a dar o nosso tempo e esforço ao próximo. É um prazer fazer o que Jesus ensinou, que é amar ao próximo”, diz.

Por isso, faça a sua parte: escolha um dos 17 programas sociais da Universal e estenda a mão para oferecer ajuda. Faça como Jesus faria. Para mais informações, procure a Universal mais próxima.


A força do voluntariado: fazer o bem faz bem
  • Kelly Lopes / Fotos: Cedidas e getty images 


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