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Notícias | 29 de Novembro de 2020 - 00:05


A dependência que o torna independente

Muitos têm buscado incansavelmente a independência por meio de conquistas materiais. Contudo há uma conquista que só pode ser alcançada por aqueles que reconhecem a importância de Deus em suas vidas

A dependência que o torna independente

Não é difícil observar como as pessoas estão “carentes” de direção. Isso é visível pelas escolhas que fazem baseadas em sentimentos e nas consequências que essas escolhas geram. Basta assistir aos noticiários na TV, ler os jornais ou atentar para as conversas informais em que a “carência” é sempre um tema que se destaca.

Por poucos momentos de alegria e prazer, muitos se colocam em situações de risco, alegando que são os “donos” da própria vida. Há uma busca incessante por “algo” que preencha o “vazio” que trazem em sua alma. Eles tentam colocar coisas e pessoas para preenchê-lo, o que só faz com que acumulem frustração. O que essas pessoas desconhecem é que nada é capaz de preencher este espaço a não ser uma pessoa: o Espírito Santo. A Palavra de Deus diz: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo.” (Atos 1.8).

O Espírito Santo
Ele é o próprio Deus habitando em uma pessoa.

Tê-Lo é possuir a verdadeira independência, pois nEle o ser humano se torna dependente do Único capaz de suprir todas as suas necessidades. Isso não quer dizer que não se vai mais precisar das pessoas, mas não será mais necessário depender da aprovação e da direção delas. A dependência exclusiva de Deus ensina como se relacionar consigo mesmo e com os outros.

A pessoa cheia do Espírito Santo passa a ter equilíbrio, força, coragem, intrepidez, segurança e direcionamento, pois Ele guia toda a verdade. A humildade passa a ser sua essência e, naturalmente ela apresenta o fruto do Espírito Santo que é: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio.” (Gálatas 5.22).

O mais importante de tudo é que a pessoa deixa de ser criatura e passa a ser filha de Deus, pois o Espírito Santo é o DNA Divino e é também a garantia da Salvação. Contudo é impossível ter o Espírito de Deus sem antes priorizar o próprio Deus, conhecendo e fazendo a Sua vontade.

Busca verdadeira
Por muitos anos, o empresário Fábio Ricardo Messi, (foto abaixo) de 39 anos, viveu de acordo com as suas vontades. No entanto elas só o conduziam dia após dia a uma vida vazia e difícil, apesar da sua aparente alegria. Na infância, ele teve uma saúde frágil, que piorou ainda mais depois dos rituais feitos com o intuito de curá-lo. Além disso, ele vivia atormentado por pesadelos.

A dependência que O torna independente

Foi no período da adolescência dele que sua mãe chegou à Universal. “Ela começou a buscar a Deus, se libertou e tentava me levar para a Igreja, mas eu não queria saber de Deus.” Enquanto a mãe dele buscava a solução, Fábio trilhava o caminho contrário: “aos 13 anos comecei a trabalhar como promoter em baladas. Aquilo foi me enchendo os olhos e, aos 16 anos, passei a ser remunerado pelo trabalho. Fiz contato com pessoas que eu mal conhecia. Muitas vezes eram traficantes, bandidos e garotas de programa. Por causa dessas más amizades, me envolvi em algumas confusões. Em uma delas, levei um tiro; em outra quase fui preso, mas eu era réu primário e o juiz me absolveu”, recorda.

Uma noite, por conta da insônia, Fábio começou a assistir à programação da Igreja Universal na TV. As palavras do Pastor pareciam narrar a sua vida. No mesmo dia ele decidiu ir ao Templo de Salomão, em São Paulo. Ele revela que era muito preconceituoso em relação à Universal, mas que, depois de ouvir com atenção à pregação, decidiu voltar outras vezes.

A dependência que O torna independente

Ele se batizou nas águas e passou a buscar o Único que poderia promover nele uma mudança verdadeira. Logo ele foi batizado com o Espírito Santo. “Sacrifiquei tudo o que estava em minha vida e que desagradava a Deus. Na ocasião, eu estava noivo e ela não quis saber da Fé. Para me manter firme, decidi sacrificar o relacionamento. Comecei a buscar o Espírito Santo e tudo se transformou. Eu passei a ter paz.”

Com a presença do Espírito Santo, Fábio se tornou mais presente na família e passou a ter êxito na vida profissional. Mesmo em tempos de crise, sua empresa no ramo da beleza tem se expandido.

Recentemente, Fábio contraiu Covid-19 e manteve a confiança em Deus. “Mesmo se eu morresse, tinha certeza que seria o plano de Deus e eu estava em paz. Ainda assim, Ele me deu mais esse livramento.” Há quatro anos firme na Presença de Deus, ele se dedica a levar para outras pessoas a Palavra que transformou a sua vida no Grupo de Evangelização (EVG) e também é obreiro.

O Deus do impossível
Uma vida sem direção não é exclusividade de pessoas que, a exemplo do Fábio, vivem sem regras. Há aqueles que, mesmo vivendo de forma “comportada”, perdem o que construíram com tanto esforço e dedicação por não priorizarem a Deus. Foi o caso do casal Caroline Cezar Borges Antognetti e Alexandre Messias Pagani, (foto abaixo) ambos de 39 anos. Há 21 anos juntos, sendo 11 deles casados, pais de Heloísa, de 9 anos, e de Heitor, de 6 anos, eles se conheceram quando eram adolescentes e cursavam o colegial.

A dependência que O torna independente

Os dois eram católicos e desde muito novos tinham inúmeras responsabilidades. Alexandre só conheceu o pai quando se tornou adulto. Era ele quem cuidava da mãe, da casa e da irmã mais nova. Caroline, por sua vez, perdeu o pai ainda criança e, para que a mãe pudesse trabalhar, ela cuidava dos irmãos.

“Sempre trabalhamos e estudamos porque queríamos uma vida diferente. Seguíamos tudo à risca: namorar, casar, ter filhos, ter uma formação e ter Deus. Então nos casamos e logo depois nos formamos. Ele obteve a licenciatura em Matemática e eu me formei em Enfermagem”, conta Caroline.

Àquela altura, o casal tinha passado a frequentar uma igreja evangélica e se considerava feliz, mas essa felicidade estava pautada apenas nas bênçãos, pois nenhum dos dois tinha conhecido, de fato, a Deus.

A chegada do filho, a dedicação intensa às carreiras profissionais, a construção da casa, tudo isso foi ocupando o casal, que começou a deixar de lado a vida com Deus. Em pouco tempo o casamento entrou em crise.

Os primeiros anos foram tranquilos, mas, com a chegada dos filhos, Alexandre não conseguia lidar com algumas dificuldades. “Eu já não dava tanta importância para a minha família. Tínhamos patrimônio, casa, dinheiro, carro, mas o casamento estava destruído.”

Caroline, por sua vez, vivia nervosa. “Eu achava que ele estava me traindo. Por causa disso, me sentia culpada e tentava entender o que tinha feito de errado. Entrei em depressão e perdi 12 quilos. Fiz consultas com psicóloga, psiquiatra e tomava remédio para dormir. Eu até pensava em morrer, mas sabia que comprometeria a Salvação da minha alma. Até que me lembrei que era Deus que estava faltando em nossas vidas”, relata.

Na ocasião, ela assistia ao programa The Love School – Escola do Amor, exibido pela Record TV, e se identificava com as histórias. Até que resolveu ir ao Templo de Salomão e começou a participar das palestras da Terapia do Amor e das reuniões do Encontro com Deus, aos domingos.

No começo, Caroline ia sozinha, pois Alexandre alegava que tudo o que acontecia na Universal era “marketing”, mas ele começou a observar mudanças nela e decidiu acompanhá-la. Pouco depois, ele tomou uma decisão: Deus seria a prioridade.
Caroline relata que um questionamento surgiu: “quem é esse Espírito Santo que as pessoas sentem tanta alegria e tanto prazer em ter?”

Ao entender que se tratava do próprio Deus habitando na pessoa, ela passou a buscá-Lo. “Esse dia foi maravilhoso, pois ali eu soube que Deus existe mesmo.”

Pouco tempo depois, durante o Jejum de Daniel, Alexandre foi batizado. “Eu comecei a ver resultados em todas as áreas da minha vida.

Eles começaram a acontecer quando eu me entreguei para Deus. Sem o Espírito Santo, nada disso seria possível”, declara.

O Espírito Santo não nos livrará das lutas e das adversidades, mas, com Ele, é possível ter a certeza plena de que todas as coisas que nos acontecem contribuem para o bem daqueles que amam a Deus.

Entrega
Quem conhece a professora Elizangela Martins Cezar Leal, (foto abaixo) de 43 anos, não imagina os desafios que ela e seu marido, o supervisor de produção Marcelo Lacerda Leal, também de 43 anos, enfrentaram. Eles já estavam casados há 21 anos. Contudo o casamento era apenas de fachada. “O meu marido vivia em conversas nas redes sociais com amigos solteiros e o assunto era sempre falar de outras mulheres. E, quando eu o questionava sobre essa atitude, ele chorava, pedia perdão e eu acreditava.”

A dependência que O torna independente

Marcelo se justificava, dizia que a esposa estava “colocando coisas na cabeça sem ter motivo”. Não demorou muito para que Marcelo passasse a rejeitar a esposa. “Ele não me procurava mais como mulher. Para ele, era como se eu não existisse.”

Elizangela se convenceu que o problema era ela, mas o fundo de poço dela aconteceu quando pegou um áudio no celular do marido com outra mulher. Elizangela passou a se anular ainda mais. Para chamar atenção de Marcelo, perdeu sete quilos e passou a treinar na academia três horas por dia. “Eu fazia de tudo para que ele me notasse”, recorda.

Marcelo tinha vício em pornografia desde a adolescência. Isso sempre o acompanhou e ele foi infiel durante 14 anos no relacionamento com Elizangela. Na visão de outras pessoas, ele era um bom marido, mas Elizangela sabia o que estava por trás daquela aparência de esposo perfeito.

Cansada da situação, Elizangela, que já tinha ouvido falar das reuniões da Terapia do Amor, decidiu lutar pelo casamento. O casal chegou à Igreja em julho deste ano. “Chegamos no dia da entrega do voto da Fogueira Santa e no mesmo dia eu escutei o testemunho de um casal que relatou que enfrentava o mesmo desafio que estávamos passando.” Ao ouvir aquele relato, Elizangela fez um voto com Deus ali mesmo. “Passamos o cartão de débito com tudo o que tínhamos na conta para fazer o sacrifício.”

No dia seguinte, o casal retornou à Igreja. “Eu falei para o Marcelo que sacrifício era mais do que tínhamos feito e precisávamos nos empenhar ainda mais. Reunimos um valor juntos e sacrificamos. No último dia da Fogueira Santa sacrificamos a nossa aliança de casamento e pedimos pela nossa transformação”, detalha.

O casal passou a colher os frutos no relacionamento. Ela passou a priorizar sua vida com Deus e não demorou muito para que recebesse o Espírito Santo. Marcelo também teve seu encontro com Deus logo depois. “Não havia fidelidade, mas hoje meu casamento está restaurado. Temos diálogo, respeito e parece que estamos em lua de mel. Aquela mulher frustrada já não existe mais.”

Busca
Não se pode buscar o Espírito Santo por aquilo que Ele tem para dar, mas, principalmente, por aquilo que se está disposto a entregar para conquistá-Lo.

O Senhor Jesus diz em Mateus 13.44: “Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.”

Quando o homem achou um tesouro escondido sacrificou o que possuía para adquiri-lo. Quando uma pessoa ouve falar do Espírito Santo, ela entrega toda a sua vida, sonhos, vontades e se submete à Vontade de Deus. Quem O tem, tem tudo. Já quem não O tem, possui uma inquietação na alma.

Muitos carregam a frustração por objetivos que não foram alcançados ou sonhos que não se concretizaram. Não ter o Espírito Santo, porém, é a maior das frustrações. “Do que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8.36).

O Bispo Edir Macedo em seu livro O Ministério do Espírito Santo enfatiza que sem o Espírito Santo nenhuma convicção será firme o suficiente para conservar uma pessoa na fé até o fim. “Não temos forças que nos garantam vencer as tentações, as lutas e os reveses neste mundo, por melhor que seja a nossa intenção e vontade”, explica, reiterando que “só o Espírito Santo pode nos dar plena certeza de fé com respeito a tudo nesta vida, desde a Salvação até as coisas mais simples”, conclui.

 


A dependência que o torna independente
  • Núbia Onara / Fotos: Arquivo pessoal, getty images e Guilherme Branco 


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