O clamor de uma nação


Por Bianca Carturani / Fotos: Shutterstock

Sempre que o povo de Israel se encontrava em uma situação de injustiça, escravidão ou insatisfação por alguma razão ele fazia uso de um direito dado pelo Próprio Altíssimo. Um direito poderoso e eficaz capaz de fazer uma verdadeira revolução quando usado corretamente.

O clamor era uma verdadeira carta na manga para os hebreus, que já eram familiarizados com diversas situações de opressão. Quando era necessário clamar e requerer seus direitos, eles sabiam bem como fazer.

“Disse ainda o Senhor: Certamente, vi a aflição do Meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento;”- Êxodo 3:7

Hoje em dia não é diferente. Muitas nações possuem uma carta na manga, uma forma de fazer as coisas mudarem, um direito de escolher o melhor para si e seus compatriotas, o direito de decidir quem falará e representará seu país, estado ou cidade.

O voto é uma forma de clamor, ele é um direito que muitos não compreendem a profundidade e importância. E, assim como o povo de Israel, muitos deixam que a água chegue até o nariz para reagir. Hoje vemos o mesmo quadro, muitos esperando um milagre sem provocá-lo ou, simplesmente, cruzando os braços e dizendo: “Eu não quero saber de política!”, ou “Eu cansei, meu voto será nulo!”.

Fechar os olhos e dizer que não quer saber é fugir do seu dever. Dever este conquistado pelo povo de Israel quando eles clamaram por um rei, realizando, assim, o primeiro impeachment da história da humanidade. Sim, o povo de Israel preferiu trocar o Rei (Deus) por um rei humano. Eles queriam ser como os outros povos, queriam ser governados por homens e isso foi realmente lamentável. Pediram? Agora assumam!

Para que nós também sejamos como todas as outras nações, e para que o nosso rei nos julgue, e saia adiante de nós, e peleje as nossas batalhas. – 1 Samuel 8:20

Eleições, votos, candidatos, urnas e etc. não era o plano de Deus para Seu povo, mas Ele é e sempre será Respeitoso e Justo e, por isso, Ele aceitou o pedido do povo e deu-lhe um rei. E foi aí que tudo isso começou, quando Israel trocou a teocracia (Deus no governo) pela monarquia (um rei no governo).

Bom, se ter um rei teve a autorização Divina, então, de onde vem essa insegurança no cenário político atual?

A resposta está no fato de que, no passado, foi o Próprio Altíssimo quem escolheu, ungiu e deu as diretrizes aos reis (Saul e depois Davi). E, hoje, somos nós que escolhemos, ou seja, a responsabilidade é unicamente minha e sua e devemos também nos deixar inspirar por uma consciência cristã e procurar um “rei” que melhor nos represente.

Então naquele dia clamareis por causa de vosso rei, que vós mesmos houverdes escolhido; mas o Senhor não vos ouvirá. – 1 Samuel 8:18

Essa é nossa responsabilidade, por isso temos que abraçá-la com seriedade. Não dá para fazer cara de paisagem, temos, sim, que votar e votar bem. O povo hebreu conseguiu a proeza de convencer o Próprio Deus a permiti-lo ter o direito de ter um rei, um líder físico que o representasse, uma liderança visível e palpável, abrindo assim espaço para erros de muitos líderes da época. Mas também é inegável que existiram reis guiados por Deus e, devido ao temor, fizeram o que era reto aos olhos do Altíssimo.

Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme. – Provérbios 29:2

Em outubro assumamos nossa responsabilidade!

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